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'Caso Antony' cai como bomba na seleção brasileira, e CBF discute corte nos bastidores

Antony durante jogo amistoso entre Brasil e Gana, em 2022 Lucas Figueiredo/CBF

A CBF debate uma possível desconvocação de Antony para os jogos da seleção brasileira contra Bolívia e Peru, pelas eliminatórias, nos próximos dias.

A entidade entende que os detalhes da acusação de agressão da ex-namorada do jogador, divulgadas nesta segunda-feira em reportagem do UOL, são graves e demandam um posicionamento.

Uma corrente que ganha cada vez mais adeptos na cúpula da confederação defende que o mesmo expediente utilizado com Lucas Paquetá - não convocado para focar em sua defesa no caso de apostas na Inglaterra - precisa ser adotado. Daquela vez, porém, a decisão foi tomada pelo técnico Fernando Diniz. No caso de Antony, a bola está com o presidente Ednaldo Rodrigues.

Procurados pelo ESPN.com.br, integrantes da diretoria da CBF argumentaram que uma decisão ainda não foi tomada porque a entidade só tomou conhecimento das novas provas após a publicação da reportagem. Ao mesmo tempo, Ednaldo ainda não viajou para Belém, onde está Diniz e estafe da seleção.

O presidente acompanha sua esposa em tratamento médico em São Paulo é só chegará à capital do Pará na madruga de segunda para terça-feira.

Entendendo a urgência do caso, os envolvidos não descartam que uma decisão sobre a situação de Antony seja tomada antes da chegada do mandatário da CBF à cidade que receberá o duelo entre Brasil e Bolívia na sexta-feira.