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Messi se recusa a reduzir salário em 25% e fica mais perto de deixar o PSG; bastidor tem craque chateado

É improvável que Lionel Messi chegue a um acordo com o Paris Saint-Germain para estender sua permanência no clube, segundo fontes disseram à ESPN. O jornal francês L'Équipe foi o primeiro a relatar a informação.

As negociações entre as partes estão paralisadas, aumentando ainda mais as dúvidas sobre o futuro do campeão mundial em Paris, segundo fontes.

Os franceses querem que Messi aceite um a redução de 25% em seu salário atual, que é de 40 milhões de euros (cerca de R$ 220 milhões) brutos por ano, disseram fontes à ESPN.

Uma nova reunião entre o clube e o pai e agente de Lionel Messi, Jorge, está marcada para o final deste mês para que as partes tentem encontrar uma solução.

Fontes disseram à ESPN que Messi provavelmente assinaria um novo contrato antes da Copa do Mundo, mas a situação mudou desde então.

O craque não conseguiu manter o nível de atuações com a Argentina na Copa do Mundo pelo Paris Saint-Germain, e o clube duvida que Messi ainda possa jogar grandes partidas da Uefa Champions League. O argentino teve uma atuação decepcionante na queda do PSG diante do pelo Bayern de Munique, pelas oitavas de final da atual edição.

Fontes disseram à ESPN que Messi não está disposto a reduzir seu salário e ficou chateado depois que seu nome foi vaiado por uma parcela de torcedores nas últimas duas partidas no Parque dos Príncipes.

Fontes da ESPN acrescentaram que o jogador está mantendo portas abertas para que outras equipes lhe façam uma oferta.

O pai do craque já havia discutido a possibilidade de um retorno ao Barcelona, mas isso segue sendo financeiramente difícil. O staff do argentino jogador também aguarda uma proposta do Inter Miami, da Major League Soccer.

Segundo fontes, Lionel Messi está aberto para jogar nos Estados Unidos antes de sua carreira terminar. Ainda há um forte interesse do Al Ittihad, da Arábia Saudita.

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