O Fluminense inicia nesta quarta-feira (24), a partir de 21h30 (de Brasília), a busca por uma vaga na final da CONMEBOL Libertadores. E, contra o Internacional, uma das armas de Fernando Diniz será Samuel Xavier.
Contestado por muito tempo, o camisa 2 se firmou com o treinador e, na atual temporada, se tornou peça-chave. Na própria Libertadores, seus gols contra o Argentinos Juniors colocaram o time nas quartas de final.
E a boa fase faz até mesmo ídolos do clube se renderem ao seu bom futebol. É o caso de Gabriel, titular na lateral na campanha vice-campeã da América em 2008.
Em entrevista exclusiva ao ESPN.com.br, o ex-jogador exaltou (e muito) Samuel e até disse que seria seu reserva no time atual do Tricolor - mas o deixando 'pressionado'.
"Mas eu ficaria no banco. Não tem problema nenhum. O time vencendo, e ele jogando muito, tem problema não. Mas também não ia ficar sem sombra. Claro que no treino o pai ia comer grama, mas eu ficaria sem problema nenhum no banco. Ele está voando mesmo, está jogando muito. Golaço (contra o Argentinos Juniors)", disse.
"Até fiz um post no dia do gol dele. Estou sempre na torcida. Me parece um cara gente boa. Não tive oportunidade de conhecer, de conversar, mas eu estou aqui na torcida de que ele faça história no Fluminense e seja o melhor lateral que o Fluminense teve, um dos melhores. Enfim, que faça história sendo campeão da Libertadores aí", completou.
'O fator mais positivo de Diniz'
Gabriel também se mostrou um grande fã do trabalho do técnico Fernando Diniz. Segundo ele, a autenticidade do comandante e de seu trabalho são seus pontos favoritos.
"Eu não sei como é que é porque eu não trabalhei (com ele). O que a gente escuta dizer é uma coisa, mas eu não trabalhei com ele. Agora eu não sei como ele é dentro do vestiário. Mas a liberdade que ele dá pro jogador dentro de campo, eu até falei pessoalmente para ele: professor do céu, se eu fosse um pouquinho mais jovem, ia caber nesse time", afirmou.
"Porque tudo o que eu queria era um treinador que me desse a liberdade para inventar o que eu quisesse, dentro das responsabilidades, mas inventar, deixar a minha arte fluir dentro de campo. Era só isso que eu precisava dos treinadores", continuou.
"E parecia difícil de se entender. Mas ele faz isso com o time. Dá essa liberdade dentro de campo para o jogador mostrar realmente o que ele aprendeu, que ele sabe o que ele tem de melhor. Então, esse eu acho que é o fator mais positivo do Diniz, no meu ponto de vista", finalizou.
Próximos jogos do Fluminense
Internacional (C): 27/9, 21h30 (de Brasília) - CONMEBOL Libertadores
Cuiabá (F): 30/9, 18h30 (de Brasília) - Brasileirão
Internacional (F): 4/10, 21h30 (de Brasília) - CONMEBOL Libertadores
