Campeões do mundo celebraram a conquista no vestiário de forma efusiva
Em uma final dramática e de tirar o fôlego neste domingo (18), a Argentina venceu a França nos pênaltis por 4 a 2, após um 3 a 3 (2 a 2 no tempo normal e 1 a 1 na prorrogação), faturou o tricampeonato da Copa do Mundo e encerrou um jejum de 36 anos sem levantar um título mundial.
A festa começou dentro de campo e, é claro, se estendeu para o vestiário.
Nas redes sociais, o zagueiro Otamendi e o ex-atacante Sergio Agüero transmitiram ao vivo a comemoração dos jogadores.
A celebração foi marcada por provocações aos rivais, banho de champanhe no técnico Lionel Scaolini e muita dança com a taça.
E, como de costume, sobrou para a seleção brasileira, eliminada nas quartas de final para a Croácia nos pênaltis.
"Vamos, Argentina! Vamos ganhar a Copa que perderam os brazucas'', gritaram os hermanos.
Com a música ''um minuto de silêncio'', os argentinos tiraram sarro também da Inglaterra, de Kylian Mbappé e do atacante francês Coman, que teve sua penalidade defendida pelo goleiro Emiliano Martínez na decisão.
"Um minuto de silêncio para o Coman que está morto'', gritou Agüero em sua live, no momento em que todos os jogadores faziam silêncio.
A farra depois continuou na área de entrevistas do Estádio Lusail, com cenas de caos e insanidade, gritos, ofensas e "chuva" de champanhe.
Quem puxou a fila foi Lionel Messi, grande nome da final, que apareceu carregando a taça.
Descalço, ele era o "motorista" do "trenzinho da alegria", ditando o ritmo na caminhada pela zona mista e gerando momentos hilários.
Os jogadores que o seguiam, por sua vez, passaram estourando garrafas de champanhe e disparando jatos da bebida para o alto, molhando tudo o que estava ao redor.
Em momento de desabafo, eles também cantaram uma música tradicional das torcidas e equipes argentinas, dando uma resposta atravessada às críticas que costumam receber.
"Y no me importa lo que digan esos p*** periódistas , la p*** que lo parió, o o o o Hay que alentar a la selección", cantaram.
Em tradução livre, seria algo como: "E não me importa o que dizem esses p*** desses jornalistas, vão para a p*** que os pariu, o o o o, tem que apoiar a seleção".
E em meio a esta loucura total, os jogadores da Albiceleste seguiram no "trenzinho" puxado por Messi até saírem da área de entrevistas, continuando a festa nos bastidores do Lusail.
Festa que, certamente, não tem hora para acabar!
