“O chamam de Gabigol, mas nós o chamávamos de Gabi-não-gol na Itália.”
A frase de Frank de Boer, ex-técnico de Gabriel Barbosa na Inter de Milão, deixou muitos flamenguistas irritados. Mas o centroavante, como de costume, respondeu dentro de campo.
Sim, é verdade que a passagem dele pela Europa foi complicada. E como! Poucas chances na Inter e um empréstimo frustrado ao Benfica, de Portugal. Pelo valor pago (25 milhões de euros) e pelas poucas vezes que pôde entrar em campo, chegou a ser eleito como o pior estrangeiro do futebol italiano. E com recorde de votos!
Mas ele só tem 23 anos de idade. E muito faro de gol!
De volta ao Brasil, Gabigol já havia se consagrado como o melhor centroavante do país em 2018 ao levar o Prêmio ESPN Bola de Prata Sportingbet com a camisa do Santos.
Agora, leva o bicampeonato pelo Flamengo!
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E de novo como artilheiro da competição, com 25 gols marcados – e ainda mais oito assistências distribuídas, o quarto maior ‘garçom’ do torneio!
"Muito feliz por esse prêmio, quero agradecer muito a Deus, à minha família, e minha namorada que está aqui. Meus companheiros de clube, óbvio, e toda nação. Espero que no ano que vem a gente possa voltar aqui para mais prêmios", disse o jogador.
Gabigol agora é unanimidade mais uma vez. Ídolo da maior torcida do país, campeão carioca, brasileiro e da Libertadores e decisivo como nunca.
Aos 23 anos, ele volta a ter o mundo aos seus pés.
