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Máfia, boate e dívida de R$ 75 mil: por que ex-Juventus e seleção da Itália passará 3 anos e meio preso

Jogador foi condenado a 3 anos e 6 meses de prisão por associação à máfia e extorsão


Na carreira dentro dos gramados, passagem por Juventus e seleção da Itália. Pelo Palermo, fez dupla de ataque com Edinson Cavani. Agora, terá que cumprir pena de 3 anos e 6 meses de prisão por associação com a máfia italiana e extorsão. Essa é a realidade de Fabrizio Miccoli.

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O ex-atacante foi condenado nesta quarta-feira (24) em sentença proferida pelo Tribunal de Recurso de Palermo, presidida por Massimo Corleo, que confirmou a decisão de primeira instância referente ao caso aberto em 2010.

Ainda quando atuava pelo Palermo, Miccoli pediu ajuda ao amigo Mauro Lauricella, filho do líder da máfia de Kalsa, bairro localizado na cidade homônima ao clube, para recuperar 12 mil euros (cerca de R$ 75 mil) que havia emprestado a Andrea Gaffagnini para investir na boate Paparazzi, localizada na Sicília.

Na tentativa de cobrança da dívida, Mauro Lauricella adotou métodos violentos, como agressão e ameaça. O mafioso foi condenado em julho a 7 anos de prisão.

Aos 42 anos, Miccoli se aposentou em 2016 vestindo a camisa do Birkirkara, de Malta. Além de Juventus e Palermo, o italiano teve passagens por Milan, Benfica e Fiorentina.