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Vaidade, briga no vestiário e 'ainda bem que não existia rede social': Nilmar abre jogo sobre 'galácticos' do Corinthians

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Vaidade, briga e muito futebol: Nilmar abre o jogo sobre Corinthians da MSI e diz que Lisca se daria bem na equipe (1:24)

Lisca disse que gostaria muito de trabalhar com aquele elenco corintiano | Assista ao "Resenha: Lisca e Nilmar" pela ESPN no Star+ (1:24)

Ex-atacante Nilmar é o convidado do Resenha ESPN desta sexta-feira (12)

Nilmar é um dos convidados do Resenha ESPN que vai ao nesta sexta-feira, às 22h (de Brasília), pela ESPN no Star+. Ao lado do técnico Lisca, o ex-atacante relembrou, entre outras histórias, o período no qual defendeu o Corinthians.

Em 2005, Nilmar foi campeão brasileiro em um time recheado de estrelas, como Carlos Tévez, Carlos Alberto e Roger. Ele apostou que Lisca, com quem trabalhou no Internacional, seria um bom comandante para aquele elenco.

“Olha, ele ia se dar muito bem", disse Nilmar, antes de abrir o jogo sobre aquela equipe. "Foi uma escola muito boa assim, que eu convivi no Corinthians, né, por que eram jogadores jovens, mas já considerados talentos, talentosíssimos, de bons contratos, conhecidos..."

"E a vaidade era muito grande. Eu até brinco hoje, que ainda bem que não existia rede social que existe hoje naquela época. Porque era briga no vestiário, era… Ixi, Carlos Alberto, Tevez, Roger… A gente se pegava dentro do vestiário, né. Mas quando a bola rolava, a gente se entendia dentro de campo. Mas acredito que ele ia se dar bem sim com a galera, ia gostar…"

"Sempre falo, o Lisca tem a linguagem do jogador. Por mais que a gente 'Ah, não foi jogador assim, né, de futebol'. Mas o Lisca tem o linguajar nosso, de vestiário", complementou.

Lisca aprovou a ideia. "Eu gosto. Eu gosto. Ah, bom demais! Esses caras podiam te incomodar fora do campo, mas lá dentro eles resolviam, né. E tu vê que não vazava nada de dentro do vestiário, né. Hoje em dia é complicado, sabe."

"Tudo que acontece lá pra nós é sagrado. Mas hoje vaza muita coisa, né. E muitas brigas que tiveram, que ele comentou, hoje já daria pano pra manga pra caramba. Tudo potencializado. Mas eu gosto assim de trabalhar com esse tipo de jogador", encerrou.