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Flamengo: Bruno Henrique e torcedora disputam na Justiça marca 'Oto Patamá', diz site

Atacante disputa com Josineide Constantito Dantas na Justiça o direito comercial da frase 'Oto Patamá'


A famosa frase 'Oto Patamá' virou algo de uma disputa judicial entre o atacante Bruno Henrique e Josineide Constantino Dantas. A torcedora quer impedir que o jogador do Flamengo explore comercialmente a expressão.

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O processo, que corre na 1ª Vara Empresarial e de Conflitos de Arbitragem de São Paulo, ainda não foi julgado. A informação foi inicialmente divulgada pelo UOL.

A torcedora do Rubro-Negro entrou na Justiça alegando ter o registro de marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Na alegação, Josineide diz que apenas ela pode utilizar a frase no comércio de artigos esportivos. Além disso, há uma cobrança de indenização no valor de R$ 13 milhões.

No processo, Josineide afirma que, ao ouvir a frase, concluiu que seria um bom bordão para marca de roupas esportivas e procurou o INPI para realizar o registro.

"[Bruno Henrique] tem se valido da marca da autora para obter lucros e subsídios comerciais", afirmou à Justiça.

A frase foi dita por Bruno Henrique após o empate por 4 a 4 entre Flamengo e Vasco da Gama, em partida válida pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2019, o qual o Rubro-Negro se sagrou campeão. A frase 'Oto Patamá' virou bordão adotado pela torcida e virou até parte de uma música do rapper Djonga.

Pelo lado de Bruno Henrique, em agosto, a defesa enviou uma notificação à torcedora afirmando que de modo 'ardiloso', Josineide tenta 'pegar carona' em sua fama.

"Estamos diante de um caso típico de aproveitamento parasitário", diz o documento, que ainda consta que Bruno Henrique tentou por três vezes fazer o registro no INPI e acusa a torcedora de violar seus direitos à marca.