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Di María relembra frustrações na Copa-2018 com Argentina e dispara contra Sampaoli: 'Cara estranho'

O meia-atacante Ángel Di María não guarda boas lembranças da Copa do Mundo de 2018. Um dos motivos é a atuação do técnico Jorge Sampaoli, hoje no Olympique de Marselha, durante a disputa do Mundial.

"Ele me disse coisas que depois não eram assim, me dizia que era Leo (Messi), eu e o resto cada vez que vinha a Paris, me tratava como se eu fosse um dos melhores. Mas depois de apenas uma partida, ele me deixou no banco na Copa do Mundo, me tira como nada, sem explicações", disse Di María ao canal argentino TyC Sports.

O PSG volta a campo pela Ligue 1 em 11 de setembro, contra o Clermont, às 12h (de Brasília), com transmissão pela ESPN no Star+. Para ter mais informações e assinar, clique aqui.

"Na partida contra a Croácia, que estávamos perdendo, nem saí para aquecer. No 3º jogo, contra a Nigéria, volto a jogar porque era óbvio que iam colocar os melhores, porque a catástrofe estava chegando. Sempre acabam ficando os mesmos. Graças a Deus saiu bem", completou o meia-atacante.

Di María ainda revelou que Sampaoli não tinha boa relação com seu auxiliar, Sebastián Beccacece, hoje técnico do Defensa y Justicia.

"Ele é um cara muito estranho. Começou com todos muito bem e terminou com todos muito mal. Muitas coisas ruins aconteceram entre ele e Beccacece, não havia ninguém para te orientar melhor", afirmou.

Por fim, o atleta do Paris Saint-Germain lamentou que o ambiente prejudicou a quarta e última Copa do Mundo do volante Javier Mascherano, que se aposentou da seleção após a eliminação.

"Foi uma lástima porque era a última Copa do Mundo de Mascherano e acabou saindo da pior maneira", ressaltou.

Na Copa do Mundo de 2018, a Argentina abriu a campanha empatando com a Islândia por 1 a 1 e com Di María no time titular. Na sequência, ele não saiu do banco na derrota por 3 a 0 para a Croácia.

O meia-atacante voltou ao time contra a Nigéria e conquistou a classificação para as oitavas de final. Ele também atuou e marcou um gol contra a França, que eliminou a Argentina ao vencer por 4 a 3.

No total, desde sua estreia em 2008, Di María tem 111 jogos pela seleção argentina principal e marcou 21 gols pelo país.

Sampaoli deixou a Argentina após a Copa do Mundo e treinou Santos e Atlético-MG antes de assumir o Olympique de Marselha em fevereiro.