Quanto ganharia o maior jogador de futebol de todos os tempos se atuasse nos dias de hoje? O eterno debate sobre como seria o rendimento de Pelé dentro de fora dos gramados no cenário atual do esporte segue movimentando as discussões a respeito do eterno craque brasileiro.
Responsável pela publicação anual de uma lista com os jogadores mais bem pagos do mundo, a revista Forbes jogou luz sobre o tema.
Com base em análises elaboradas por especialistas, o periódico apontou que, se jogasse profissionalmente em 2021, o Rei do Futebol teria rendimentos na casa dos US$ 223 milhões (cerca de R$ 1,2 bi) por ano.
Para chegar a este número, a publicação consultou especialistas em marketing digital e finanças esportivas, que traçaram um paralelo com outros quatro craques atuais: Lionel Messi (Barcelona), Cristiano Ronaldo (Juventus), Neymar e Kylian Mbappé (Paris Saint-Germain).
Com as métricas de contratos firmados por estes jogadores, e levando em conta o desempenho esportivo de Edson Arantes do Nascimento, a Forbes apontou números que tornariam Pelé o craque mais bem pago do mundo hoje: R$ 685,5 milhões em cotas de patrocínio, direito de imagem e salário anual, R$ 108,8 milhões em patrocínios individuais e R$ 419 milhões em cotas de fidelidade.
Este valor superaria o montante recebido pelo argentino Messi, líder do ranking que a Forbes divulgou em setembro de 2020 com jogadores mais bem pagos do mundo. O camisa 10 do Barcelona fatura atualmente US$ 126 milhões (cerca de R$ 685,5 milhões) por ano, à frente dos US$ 117 milhões (R$ 636,5 milhões) de Cristiano Ronaldo.
Ainda de acordo com este estudo, a multa rescisória do jogador ex-Santos e New York Cosmos (EUA) estaria avaliada em nada menos do que US$ 302 milhões (R$ 1,6 bi). A Forbes aponta ainda que o salário de Pelé no auge da carreira chegou aos 2 milhões de cruzeiros, algo em torno de R$ 70 mil em valores atuais.
Os rendimentos acima dos padrões acompanhariam o desempenho extraclasse do craque dentro dos gramados. Além dos incríveis 1.281 gols marcados, o ex-jogador acumulou um rol ímpar de conquistas de elite com a camisa do Santos e da seleção brasileira: três Copas do Mundo, dois Mundiais de Clubes, duas Libertadores, seis Campeonatos Brasileiros e dez taças do Campeonato Paulista.
