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Campeão da Libertadores de 1983, ex-Grêmio cita principal diferença entre Renato jogador e treinador

A grande meta do Grêmio na temporada era a conquista do quarto título da Conmebol Libertadores, encerrada na última semana, após derrota para o Santos na fase de quartas de final do torneio.

Agora, o foco da equipe se volta para a Copa do Brasil, onde, nesta quarta-feira (23), o time recebe o São Paulo pela partida de ida da semifinal, a partir das 21h30.

O torneio iniciou, em 2016, a era de conquistas de Renato Gaúcho como treinador da equipe, que ainda teve a Libertadores no ano seguinte e três títulos gaúchos nos últimos três anos.

A sequência confirmou a idolatria que o comandante já tinha no clube por seu período como jogador. Mas, mesmo com alguns anos entre os períodos como atleta e como comandante, alguns pontos aproximam e separam os 'dois Renatos'.

Companheiro do comandante Tricolor na conquista da Libertadores de 1983, Paulo Bonamigo relembrou o que Renato Portaluppi tinha que ainda mantém em seu jeito de ser e disse qual é a principal diferença.

“Eu acho que o Renato tem de igual a mesma irreverência. Quando ele jogava, era assim, sempre muito confiante no que iria realizar, no potencial dele em termos de jogar futebol. Uma partida de futebol para ele era sempre muito leve. Sempre muito confiante na capacidade dele de decidir, como é o treinador”, disse.

“Diferente, eu acho que a gestão da forma como ele consegue gerir o time do Grêmio, com profissionalismo, disciplina. Onde ele consegue extrair o máximo de cada atleta, acho que esse é o grande mérito do atleta dentro desse trabalho de quatro anos no Grêmio”, finalizou.

Bonamigo jogou no time profissional do Grêmio entre 1980 e 1989, com 149 jogos disputados e sete gols. Foi campeão brasileiro, da Libertadores e Mundial. Atualmente, comanda a equipe do Remo.