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Corinthians: Rendimento e números com Coelho aceleram busca por novo técnico

O rendimento do Corinthians sob o comando de Dyego Coelho não tem melhorado, os resultados não estão vindo, e o plano do ex-lateral direito em ser efetivado, mais uma vez, não deve se concretizar. Pelo contrário.

O cenário adverso vai fazer com que os dirigentes corintianos acelerem a busca por um novo técnico. A Gazeta Esportiva já mostrou que a falta de opções e o mercado inflacionado têm sido os maiores obstáculos da cúpula alvinegra no mercado.

A chance de Coelho seria uma resposta positiva imediata, principalmente com vitórias. Sem sucesso - o último jogo foi o empate sem gols com o Atlético-GO na Neo Química Arena pelo Brasileirão -, o treinador interino assim deve continuar apenas até que um acordo com um novo comandante seja selado.

Essa é a segunda passagem de Coelho no time profissional. Em 2019, ele pegou a equipe sem vencer há oito jogos e após diversos atritos com Fábio Carille.

A estratégia foi se fechar com o grupo. Os elogios aos atletas nas entrevistas coletivas não eram poupados. Mas, no campo, foram apenas três vitórias, mesmo número de derrotas, além de dois empates, com saldo de gols zerado (8 a 8), o que lhe rendeu um aproveitamento de 45,8% dos pontos disputados e, ao menos, a vaga na pré-Libertadores.

Em 2020, a oportunidade surgiu depois da demissão de Tiago Nunes. Novamente, Coelho tem rasgado elogios ao elenco e esbarrado nos adversários. São duas derrotas, uma vitória e um empate, ou seja, 33,3% de aproveitamento. E, de novo, com saldo de gols zerado (5 a 5).

Ao todo, portanto, Coelho dirigiu o Corinthians em 12 partidas: quatro vitórias, três empates e cinco derrotas. Aproveitamento de 41,6% dos pontos disputados.

É bem verdade que nas duas situações, vividas em Campeonatos Brasileiros diferentes e subsequentes, Dyego Coelho foi chamado para "apagar incêndio". Isso, porém, não deve aliviar a barra do técnico da equipe sub-20 na avaliação que poderia lhe render uma promoção.