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Barcelona não cede nem com vexame e ainda quer 'multar alto' Arthur antes de liberá-lo para Juventus

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Os advogados de Arthur continuam negociando com o Barcelona uma forma de desvincular rapidamente o volante para que ele comece a trabalhar com a Juventus. A previsão do jogador era conseguir resolver tudo antes de 23 de agosto. Mas o que já era difícil parece ter ficado impossível após o vexame contra o Bayern de Munique. A reportagem apurou que o processo dificilmente será encerrado antes do previsto e que o clube estuda ainda aplicar “uma multa muito alta” no brasileiro.

Arthur, que se apresentou novamente a Barcelona em 7 de agosto, já com a intenção de acertar uma situação criada por ele mesmo, tinha a intenção de viajar para a Itália no dia 23, data da final da Champions League, para ingressar oficialmente na Juventus um dia depois. Até hoje, segundo a mesma fonte, “não há nenhum acordo fechado e a rescisão ainda está em aberto”.

O Barcelona decidiu punir Arthur quando o brasileiro decidiu não participar dos primeiros treinos da equipe em 27 de julho, após a semana de descanso que Quique Setién concedeu entre o final de LaLiga e a retomada da Champions.

O jogador ficou no Brasil, deixando todos no clube surpresos com sua ausência. Por isso, ao se apresentar em 7 de agosto, a diretoria já estava decida a não concordar em negociar uma liberação antecipada do vínculo.

Arthur foi ao Camp Nou para assistir ao jogo da entre Barcelona e Napoli, mas teve que deixar as instalações do clube porque não pôde se reaproximar dos companheiros de equipe porque não havia passado em um teste PCR (contra COVID-19).

Na ocasião, ele também foi notificado que sua situação não teria novidades até que se reuniu com Eric Abidal, diretor técnico de futebol do clube e a primeira pessoa a quem, por meio de mensagem, anunciou no dia 26 de julho que não voltaria para jogar.

Na conversa entre Arthur e Abidal o jogador revelou ao dirigente seu desânimo pelo desdem do técnico Quique Setién desde que assinou com a Juventus, ao que o executivo respondeu que nada disso poderia ser usado como desculpa para discutir o procedimento adotado por ele. Também informou o brasileiro que o caso fora transferido para os advogados do clube.

“Não há acordo econômico, o contrato não foi encerrado e a multa será muito alta”, disse uma fonte, revelando que a decisão foi mantida neste sábado, após o maior vexame recente da história do Barça e dia de protestos na cidade catalã.

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