O Palmeiras e o Atlético Nacional-COL enfim conseguiram estabelecer um acordo para quitar a dívida pela contratação do centroavante Miguel Borja. Pelo acerto, o clube brasileiro pagará US$ 3 milhões (R$ 16,24 milhões) ao time colombiano, divididos em seis parcelas de US$ 500 mil (R$ 2,706 milhões).
Em 2017, por 70% dos direitos econômicos de Borja, o Palmeiras pagou US$ 10,5 milhões ao Atlético Nacional.
O contrato estabelecia que o clube brasileiro desembolsar mais US$ 3 milhões pelos outros 30% caso o centroavante não fosse vendido até o mês de agosto de 2019.
Na interpretação da diretoria do Palmeiras, não havia um prazo para efetuar o pagamento, visão contestada pelo Atlético Nacional.
O clube colombiano, então, resolveu acionar a Fifa para receber a dívida em torno de Miguel Borja e a entidade deu razão ao clube.
De acordo com informação publicada pela imprensa colombiana, o Palmeiras já pagou ao Atlético Nacional a primeira das seis parcelas de US$ 500 mil.
A pandemia de COVID-19 paralisou os principais campeonatos pelo mundo e impôs uma nova realidade financeira aos clubes.
Em dezembro do ano passado, em uma operação sem custos, o Palmeiras definiu o empréstimo por um ano de Borja ao Junior Barranquilla, seu time de coração.
O time colombiano, responsável pelo pagamento dos salários, é obrigado a exercer a compra em definitivo caso o atleta participe de 73% dos jogos ou marque 23 gols.
Após conquistar a Libertadores 2016 pelo Atlético Nacional, Borja foi a contratação mais cara da história do Palmeiras.
Em 112 partidas com a camisa do time palestrino, o centroavante colombiano marcou um total de 36 gols e conquistou o Campeonato Brasileiro 2018.
