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Com Tévez no United e Ibra no Milan, veja o top 10 de melhores empréstimos da história

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Enquanto a pandemia de coronavírus segue impactando o mundo do futebol, o mercado de transferências vai mudar drasticamente. Os clubes, provavelmente, irão recorrer aos empréstimos e trocas em vez de pagar por um jogador, então vamos dar uma olhada nos melhores e piores empréstimos de todos os tempos no futebol europeu. Começamos com os melhores. Terça-feira (26), a lista dos piores também será publicada.

OS MELHORES EMPRÉSTIMOS

10. Romelu Lukaku, do Chelsea para o West Bromwich (2012-13)

Com dez anos e mais de 200 gols em sua carreira, ainda há pessoas que não estão convencidas pelo futebol de Lukaku, mas você só precisa ver a temporada dele em empréstimo ao West Brom para compreender seu talento. O jogador de então 19 anos marcou 17 gols na Premier League, número que nenhum outro atacante do West Brom atingiu na primeira divisão desde 1979. No ano seguinte, o clube conseguiu se livrar do rebaixamento – com o seu o maior artilheiro marcando cinco gols - quando Lukaku foi para o Everton.

9. Carlos Tévez, do MSI para o Manchester United (2007-09)

Uma troca meio peculiar, porque Tévez não foi tecnicamente emprestado ao Manchester United por um clube, e sim pelo fundo de investimento MSI do agente Kia Joorabchian. Tévez foi brilhante nas duas temporadas em Old Trafford, marcando 34 em 99 jogos e fazendo parte de um ataque avassalador com Wayne Rooney, Cristiano Ronaldo e Dimitar Berbatov. Pouco depois, ele foi para o Manchester City.

8. Henrik Larsson, do Helsingborg para o Manchester United (2007)

O homem que Sir Alex Ferguson chamou de "aristocrata" marcou apenas três vezes em seu empréstimo no Old Trafford depois de ser cedido pelo Helsingborg, mas foi sua aura e influência que fizeram da lenda sueca um sucesso. "Todos os jogadores se levantaram e o aplaudiram, e a equipe se juntou", disse Ferguson sobre o último jogo de Larsson no United em março de 2007. "É preciso um jogador especial para causar esse tipo de impacto em dois meses".

7. Christophe Dugarry, do Bordeaux para o Birmingham City (2003)

Dugarry venceu a Copa do Mundo e a Eurocopa com a França e jogou pelo Milan e Barcelona durante sua carreira, mas em algumas partes da Inglaterra, ele é mais lembrado como o homem que salvou o Birmingham do rebaixamento, após ser emprestado pelo Bordeaux. O Birmingham estava se encaminhando para o rebaixamento, mas uma sequência de quatro vitórias em abril - quando o jogador de 30 anos marcou cinco gols - os manteve na elite do futebol inglês.

6. Zlatan Ibrahimovic, do Barcelona para o Milan (2010-11)

A transferência de Ibrahimovic da Inter para o Barcelona em 2009 foi uma das grandes loucuras do futebol, mas seu empréstimo subsequente ao Milan - depois de dizer que o técnico do Barça, Pep Guardiola "comprou uma Ferrari e dirigiu como um Fiat" - foi mais ainda. Ele marcou 21 gols quando o Milan venceu a Série A, o último título italiano do clube desde então, antes de assinar contrato permanente na temporada seguinte.

5. Kevin Campbell, do Trabzonspor para o Everton (1998)

As circunstâncias do empréstimo de Campbell ao Everton são bastante desagradáveis, depois que o presidente do seu clube turco Trabzonspor o chamou de "canibal" e "sem cor". Determinado a sair, o ex-atacante do Arsenal chegou ao Everton em março de 1999, enquanto o clube lutava contra o rebaixamento, mas com nove gols em oito jogos, incluindo seis nos três primeiros, ele basicamente os salvou sozinho.

4. Jurgen Klinsmann, da Sampdoria para o Tottenham (1997-98)

Klinsmann já era ídolo do clube após sua primeira passagem pelos Spurs em 1994-95, mas ele aprimorou ainda mais sua reputação ao salvá-los do rebaixamento três anos depois. Klinsmann marcou nove gols em 15 jogos na Premier League - quatro em um jogo contra o Wimbledon -, enquanto o Tottenham evitava a queda. Ele foi convocado pela Alemanha para disputar a Copa do Mundo de 1998 e se tornou o primeiro jogador a marcar pelo menos três gols em Copas consecutivas.

3. Edgar Davids, da Juventus para o Barcelona (2004)

Ele jogou apenas por alguns meses, mas o Barcelona poderia ser muito diferente não fosse Davids, que chegou com o Barça no meio da tabela e com o técnico Frank Rijkaard não muito longe de ser demitido. Davids levou a equipe a um segundo lugar no Campeonato Espanhol, e depois foi para a Inter de Milão. No ano seguinte, o Barça venceu a LaLiga com a estreia de um certo Lionel Messi. E o resto é história.

2. Thibaut Courtois, do Chelsea para o Atlético de Madrid (2011-14)

Courtois foi tão bom e fez tanto pelo Atlético que é estranho associá-lo ao Chelsea, o clube que detinha seus direitos há sete anos. Em três temporadas, ele venceu a Liga Europa, a Copa do Rei, LaLiga, chegou à final da Champions League e venceu dois prêmios Zamora (dado para o melhor goleiro da Espanha). Ele voltou a passar quatro temporadas no Chelsea antes de ir para o Real Madrid em 2018.

1. Fernando Morientes, do Real Madrid para o Monaco (2003-04)

Poucos podem argumentar que a contratação de Ronaldo pelo Real Madrid em 2002 acabou mal, mas isso causou a eliminação do clube da Champions League de 2004. Morientes, que não era mais necessário, foi enviado ao Monaco, mas ninguém pensou em incluir uma cláusula que o impedisse de enfrentar o clube que tinha seu passe. Ele marcou na ida e na volta e eliminou o Real no caminho para a final, onde acabou derrotado pelo Porto de José Mourinho.