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Jornal relata luta do Real Madrid para tirar volante Camavinga de 'jaula de ouro' no Rennes

O jornal As mostrou nesta quarta-feira como o Real Madrid está lutando para tirar o volante Eduardo Camavinga de sua "jaula de ouro" no pequeno Rennes, da França.

Os merengues querem de toda forma o promissor volante, de apenas 17 anos, que é visto com um substituto natural de Casemiro.

A equipe espanhola sabe que seu valor de mercado é de 50 milhões de euros (R$ 292,73 milhões, na cotação atual), e o dinheiro já está separado para fazer o pagamento.

Por que, então, a transferência ainda não foi fechada?

A resposta é simples: apesar do Rennes não ser uma equipe de grande expressão, o clube é propriedade de uma das famílias mais ricas da França.

Trata-se do magnata François-Henri Pinault, comandante do grupo Kering, que controla várias marcas de luxo, como Gucci, Yves Saint-Laurent e Puma, entre outras.

A família Pinault tem uma fortuna estimada em US$ 33,2 bilhões (R$ 179,11 bilhões, na cotação atual), segundo a revista Forbes.

Além disso, todo o clã é formado por torcedores apaixonados pelo Rennes (o patriarca François-Henri foi até gandula da equipe na infância) - ou seja, ninguém da família vê necessidade de enriquecer através da equipe.

E, por causa disso, o poderoso Real Madrid está sofrendo para contratar Camavinga, já que os Pinault simplesmente não querem (e não tem necessidade) de vender.

E o próprio Rennes não sente falta do dinheiro, já que, mesmo em meio à crise financeira causada pela pandemia de coronavírus, as contas do clube estão asseguradas pelo dono.

O jornal L'Équipe, aliás, lembrou que, em fevereiro deste ano, a equipe francesa mandou embora seu presidente, Olivier Létang, porque ele estava "negociando pelas costas" da junta de acionistas para vender Camavinga aos merengues.

Uma mostra de que é melhor não brincar com a família Pinault...