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Ronaldinho deixará prisão após 32 dias, mas vai seguir no Paraguai sob custódia em hotel

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Cercado por jornalistas, Ronaldinho aparece sorridente após receber notícia de que deixará a prisão no Paraguai (0:29)

O craque brasileiro se encaminhou para o setor administrativo para assinar papelada da prisão domiciliar | via @edgar_cantero (0:29)

Ronaldinho Gaúcho vai deixar a Agrupación Especializada, onde está preso há 32 dias no Paraguai, após o juiz Gustavo Amarilla aceitar nesta terça-feira o quarto pedido de revisão de medidas da defesa do ex-jogador.

O duas vezes melhor do mundo e seu irmão Roberto Assis, porém, seguirão sob custódia policial na capital Assunção e estão proibidos de deixar o país.

Os advogados do ex-jogador de Grêmio, PSG, Barcelona, Milan, Flamengo, Atlético-MG e seleção brasileira apresentaram o Hotel Palmaroga, no centro histórico da capital, como o local da prisão domiciliar.

Além disso, Sergio Queiroz e Adolfo Marin mostraram um depósito de fiança no valor de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,37 milhões na cotação atual) através de uma conta pessoal de Ronaldinho (800 mil dólares de cada um).

Os promotores do Ministério Público presentes à sessão aceitaram as condições mostradas pelos defensores, e o juiz de urgências, Gustavo Amarilla, deu decisão favorável ao pentacampeão mundial.

O único pedido da Fiscalía, no entanto, foi que Ronaldinho e Roberto tenham custódia policial permanente no hotel - eles estarão em quartos separados.

Os irmãos Assis estão no Paraguai desde 4 de março, quando participariam de eventos promovidos pela empresária Dalia López. Eles apresentaram documentos (certidão e passaporte) falsos na chegada ao país e foram presos em 6 de março.

A defesa já havia tentando em outras três oportunidades a prisão domiciliar e/ou a liberdade de ambos, mas os pedidos foram rejeitados.