O Feyernoord acreditou finalmente ter retirado do papel o plano de fazer um novo e imponente estádio. Isso foi há dois anos, quando a diretoria anunciou que estava na hora de deixar o histórico De Kuip e se modernizar. No entanto, até agora nenhuma obra teve início.
O cenário atual, afetado pela pandemia do novo coronavírus, já torna improvável que o local fique pronto até 2023, prazo inicialmente estipulado pelos diretores. Até porque é incerto quando a quarentena será encerrada. Assim, já se pensa em 2025.
O novo estádio do Feyenoord tem um projeto ousado. Está previsto para ser erguido as margens do rio rio Nieuwe Maas, em Roterdã. Parte da arena será erguida sob as águas do rio, utilizando um moderno sistema de plataformas.
Haverá um vão livre para circulação e até espaço para os torcedores que gostem de pescar.
A ideial é que a futura casa do clube tenha um ar futurístico. Também faz parte do projeto uma arquitetura que destaque o estádio na cidade, de modo que ele possa ser visto de diferentes pontos pela imponência.
Está previsto um teto retrátil, acústica para shows, três anéis/pavimentos, uma rampa para prática de ciclismo como lazer e um deck no último pavimento, com mirante e restaurante, que não vão funcionar em dias de jogos.
O tamanho também será ousado: 63.000 lugares. Vale lembrar que o De Kuip acomoda hoje 50 mil torcedores, embora no passado tenha registrado mais do que a capacidade indicada. Por exemplo, a final da Champions League de 1971/72 chegou a reunir 61.354 expectadores.
O novo estádio do Feyenoord foi orçado em 500 milhões de euros (hoje, R$ 2,8 bilhões), mas como as obras ainda nem começaram --nem data tem-- deve ficar ainda mais caro.
