O Cruzeiro não conta mais com Dodô. Nesta sexta-feira, o clube comunicou à Sampdoria que não fará a compra dos 90% dos direitos econômicos do lateral-esquerdo, como previsto no acerto entre os clubes em 2019, liberando o atleta. O caso, porém, ainda pode causar problemas.
Segundo o contrato firmado pelo Cruzeiro, a equipe desembolsaria 300 mil euros (R$ 1,3 milhão) pela aquisição, que era automática caso Dodô disputasse três partidas com a camisa celeste ou o time fizesse 15 pontos no Campeonato Brasileiro. Por isso, os italianos podem questionar a postura.
Pelo empréstimo de um ano de Dodô, como revelou na época do negócio o então dirigente Itair Machado, o Cruzeiro pagou 200 mil euros (R$ 850 mil) à Sampdoria.
Fora isso, o Cruzeiro também assumiria os valores a que Dodô teria direito a receber da equipe italiana no período entre janeiro e junho de 2020, de forma parcelada, como luvas no período que duraria seu vínculo, até 2023, se as metas previstas no contrato fossem cumpridas.
Liberado do vínculo com o Cruzeiro, a tendência é que Dodô não procura a Justiça, mas também tem valores a receber, em salários atrasados, da equipe mineira. Até agora, quatro jogadores já buscaram esse caminho – Thiago Neves, Fabrício Bruno, Éderson e David.
