O Palmeiras foi eliminado mais uma vez de um torneio mata-mata na última terça-feira. Desde que Felipão reassumiu o clube, em julho de 2018, as derrotas em torneios no formato de copa têm sido uma constante na vida do torcedor alviverde.
Assim como o Grêmio nestas quartas de final da Libertadores, são os grandes clubes a barreira que a equipe paulista não consegue vencer.
O Palmeiras de Felipão é ‘copeiro’ só contra times de tamanho menor.
Começou em 2018, contra o Bahia, que jamais chegou a uma semifinal de Copa do Brasil. Justamente na fase quartas de final, da qual o time tricolor nunca passou, Luiz Felipe Scolari iniciou sua trajetória em mata-mata de sua atual passagem. Eliminou os baianos com resultado agregado de 1 a 0, mas caiu para o campeão Cruzeiro logo depois: 2 a 1 para os mineiros.
Ainda no ano passado, conquistou duas classificações na Libertadores. A primeira delas foi diante do Cerro Porteño – que nunca foi campeão continental – nas oitavas de final.
Contra o Colo-Colo, novo resultado positivo. Os chilenos foram campeões da América em 1991, é verdade, mas possuíam um elenco avaliado como R$ 300 milhões mais barato em comparação ao Palmeiras da época.
O algoz foi o grandioso Boca Juniors, que venceu na Bombonera e empatou no Allianz Parque.
Em 2019, a história se repete – até mesmo no Campeonato Paulista. Triunfo nas quartas de final sobre o pequeno Novorizontino e eliminação nas mãos do rival São Paulo, em casa, na reestreia de Cuca no comando tricolor.
Na Copa do Brasil, a única classificação foi sobre o Sampaio Corrêa, do Maranhão, e a derrota veio na sequência para o Internacional.
Agora, foi a vez da Libertadores. Bateu o humilde Godoy Cruz, mas não foi páreo para o tricampeão Grêmio.
A esperança do torcedor alviverde está nos pontos corridos, formato no qual Felipão esteve invicto em 2018 e terminou disparado na liderança da tabela. Conseguirá repetir o feito em 2019?
