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Plantão médico, versão Barcelona: Dembélé acumula 253 dias afastado por lesão... e contando

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No dia 25 de agosto de 2017, o Barcelona anunciava a contratação de Ousmane Dembélé. O atacante francês, à época com 20 anos, vinha do Borussia Dortmund por 105 milhões de euros (R$ 392 milhões na cotação da época), mais 40 milhões de euros (R$ 149,5 milhões) de variáveis. O objetivo era claro: o jovem chegava para ser o substituto de Neymar, que recentemente acertara sua ida para o PSG.

724 dias depois, Dembélé não só não se firmou no Barcelona como o clube anunciou, nesta segunda-feira, o afastamento por uma nova lesão. Desde que foi contratado, de acordo com números do Transfermarkt, o atacante ficou 253 dias no departamento médico, ou seja, 34,94% do tempo desde que chegou ao Camp Nou. Em número de jogos afastado da equipe também é grande: 44.

Na última sexta, na estreia de LaLiga 2019-2020, na derrota por 1 a 0 para o Athletic Bilbao, ele sofreu uma ruptura do bíceps femural de sua coxa esquerda. Serão mais cinco semanas fora de combate.

De acordo com apuração de Moises LLorens, correspondente do ESPN FC em Barcelona, o clube não gostou do que aconteceu. Não pela lesão, mas pela maneira como Dembélé tratou as dores. O francês aproveitou a folga no fim de semana e viajou para Senegal, avisando o departamento médico das dores apenas em sua reapresentação, nesta segunda.

Curiosamente, antes de ser contratado pelo Barcelona, Dembélé não havia desfalcado o Dortmund – ou o Rennes, que o revelou – em nenhum jogo. Em dezembro de 2016, ele levou uma pancada, mas voltou no dia seguinte aos treinamentos. Pouco depois, em janeiro de 2017, dores no quadril o tiraram de campo por 10 dias, no entanto, não havia nenhuma partida do time alemão marcada para o período.