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'SOS Barcelona': Jornal afirma que presidente do PSG quer 'humilhar' Neymar e brasileiro teria pedido para catalães 'acelerarem'

Neymar já não se vê mais vestindo a camisa do Paris Saint-Germain e está convencido a impôr seus desejos contra os "petrodólares" do time francês. E segundo o jornal Sport, o jogador está incomodado nos últimos dias por conta da demora nas negociações com o Barcelona.

De acordo com o jornal espanhol, o jogador tem a sensação de que "o Barça poderia acelerar os contatos", e acredita que o clube deve impor "um novo tempo" nas negociações.

Por outro lado, o presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi, não está disposto a negociar seu maior craque e "pretende alargar as negociações ao máximo possível para humilhá-lo".

O craque brasileiro já teria deixado claro a Tomas Tuchel, treinador do PSG, que não deseja retornar ao time. Além do técnico, teria "avisado" Antero Henrique, então diretor esportivo, e mais tarde já transmitiu sua "posição irredutível" ao novo diretor e compatriota, Leonardo.

Neymar já teria cumprido todas as condições impostas pela diretoria catalã e por isso solicitou que as coisas comecem a acelerar: o camisa 10 parisiense chegou a um acordo salarial muito abaixo do que recebe em sua atual equipe, irá retirar o processo no valor de 26 milhões de euros (R$ 111 milhões) que move contra o Barcelona, disse "não" explicitamente a Florentino Perez - presidente do Real Madrid - e a todos os clubes que lhe procuraram, incluindo o Manchester United, mas além de tudo: deixou clara a sua posição ao PSG.

Com isso, mesmo com todos os problemas com a negociação por Griezmann, agora precisam se preocupar por Neymar acreditar estar "perdendo um tempo precioso" e esperar um passo adiante, já que não abaixará a guarda e seguirá pressionando internamente a diretoria francesa.

Segundo o jornal, o tom da conversa deve ser "medido" pelo Barcelona, que já perdeu a chance de contar com Thiago Silva, Verratti e Rabiot por conta de desacordos com a diretoria de Paris em outras janelas de transferência, logo, os mediadores envolvidos nas negociações dos presidentes serão funcamentais, já que dinheiro não é problema para os franceses.