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Seleção brasileira: Para Militão, até marcar Messi será mais fácil do que dar entrevista

Éder Militão foi um dos três escolhidos pela equipe de comunicação da seleção brasileira para atender a imprensa nesta terça-feira.

O pior pesadelo possível para o zagueiro, que crê ser mais fácil até marcar o argentino Lionel Messi do que ficar diante dos microfones.

"Ah, isso aqui, esse monte de câmera, mas difícil”, respondeu o defensor ao ser perguntado sobre a comparação com o astro do Barcelona, seu possível rival na Copa América e também no futebol espanhol na próxima temporada, quando defenderá o Real Madrid.

A aversão às entrevistas vem desde o tempo de São Paulo, quando falou apenas uma vez, quando estava se despedindo rumo ao Porto.

Já em Portugal, sempre evitou os microfones nas zonas mistas com a imprensa pós-jogo.

Na seleção, porém, não escapou...

"Aqui, o Vinicius (Rodrigues, assessor de imprensa da seleção brasileira) já me pega, nem fala bom dia, e diz que tem coletiva. Tenho que ir melhorando”, brinca.

Já quando chegar à Espanha, Militão promete praticar o espanhol antes de tentar se arriscar nas entrevistas.

“Estou treinando, mas, no começo, vou de português mesmo. Não dá para sair falando, se não sai errado”, disse ele, que não quer repetir Vinicius Jr.

“Não cheguei a ver, mas fiquei sabendo da que ele falou. Todo mundo fica rindo. Vou chegar, estudar bem para depois ter coragem”, completou, em referência às entrevistas do ex-jogador do Flamengo já arriscando o “portunhol” desde a chegada no Real.

Antes da estreia na Copa América, em 14 de junho, em São Paulo, a seleção ainda faz dois amistosos, contra o Catar, em Brasília, no próximo dia 5; e diante de Honduras, em Porto Alegre, dia 9.

No torneio, o Brasil está no grupo A com Bolívia, Venezuela e Peru.