Começou tímido e logo virou uma mania nas redes sociais, especialmente no Twitter.
Quando a brincadeira entrou no esporte então…
Na velocidade como as coisas vem e vão, aproveitamos para entrar na brincadeira.
Aqui vão os “cinco fatos impopulares” com o tema 'seleção brasileira', após os dois amistosos realizados na Europa, e às vésperas da disputa da Copa América.
O time tem bons jogadores, não tem protagonistas
Use como parâmetro os últimos títulos. A seleção de 2002 tinha Rivaldo decisivo no Barcelona e Ronaldo que foi fundamental e estrela onde jogou. Ainda contava com Ronaldinho Gaúcho em início de vôo, sendo personagem máximo nos clubes em que defendeu.
Pra citar apenas os homens de frente: atualmente, Neymar foi ao PSG para ser o protagonista. Primeiro dividiu holofotes (e cobranças de pênaltis) com Cavani. Depois, prejudicado com mais lesões, viu Mbappé se tornar o “cara”, especialmente após a grande Copa do Mundo na Rússia.
Gabriel Jesus é reserva de Aguero. Firmino é importantíssimo na Inglaterra, mas o nome do vice-campeonato da Champions ano passado foi Salah.
Já Coutinho caminhava para o protagonismo em Liverpool. Optou pelo Barcelona onde ninguém é (ou será) maior que Messi. Abordamos o tema logo mais.
Será Vinícius Junior o cara do Real Madrid e da seleção? Pelo que se viu no começo, não há dúvidas que potencial há, assim como no início de Paquetá no Milan.
Mas, por ora, tudo no campo da expectativa.
O Barcelona estragou Coutinho
Todo mundo quer jogar no Real Madrid e no Barcelona. Mas nem sempre é o melhor destino.
Deixar a Inglaterra até aqui se mostra uma opção errada de Coutinho. Atuações irregulares, sobretudo após a Copa, colocam em xeque, inclusive, sua titularidade na seleção. Tite chamou pra si a opção por mantê-lo entre os onze, mas o desempenho contra Panamá e República Tcheca transformam em risco até sua importância na Copa América.
Neymar faz muita falta ao time: dentro e fora de campo
Você pode não gostar, questionar seu comportamento, mas é inegável: com ele em campo, os adversários atuam preocupados. Dois, três, às vezes mais marcadores o cercam, liberando espaço para o restante do time.
Com a bola, Neymar é o único entre os convocados por Tite capaz de quebrar linhas, fazer algo diferente. Além do que, sob o ponto de vista do negócio, sua ausência diminui o interesse geral na seleção brasileira.
Desde Ronaldo o Brasil não achou um camisa 9
Luis Fabiano e Grafite em 2010. Fred e Jô em 2014. Gabriel Jesus e Firmino em 2018.
O tempo passa, e a saudade de ter um definidor, um matador, na seleção brasileira só aumenta. Mesmo em tempos de renovação, não há no horizonte algum jogador, com essas características, pronto (ou com potencial) para jogar ali. Pedro, do Fluminense, se machucou gravemente antes de ter a primeira chance. Richarlison se sente mais confortável pelo lado e, sem opções, Tite recorre às “velhas” alternativas do passado recente.
Não há ninguém melhor que Tite para comandar a seleção
Depois da Copa do Mundo, a unanimidade ruiu. As críticas, raríssimas pré Rússia, começaram a surgir. Foram crescendo, crescendo, crescendo e… o treinador vive o momento mais questionado desde que assumiu o cargo.
Até mesmo as entrevistas, antes elogiadas, passaram a ser temas de debates. O desempenho abaixo da crítica, ou as vitórias diante de rivais pueris, contribuíram para o clima mais agitado – inédito até então.
A Copa América pode ser fator determinante? Poderia, caso houvesse no radar um técnico brasileiro mais consolidado, daqueles que mesmos os rivais admiram. Como foi quando o próprio Tite chegou.
Você já se perguntou, caso Tite fosse demitido, quem de verdade está preparado para assumir a missão?
