Quando o Manchester City entrar em campo neste domingo, às 11h15 (de Brasília), para encarar o Southampton, pela Premier League, com transmissão da ESPN e do WatchESPN, o técnico Josep Guardiola vai encontrar um velho conhecido: o meio-campista Pierre-Emile Hojbjerg.
Eles trabalharam juntos no Bayern de Munique, e por isso o dinamarquês foi selecionado pelo jornal The Times para dar uma entrevista, na qual o atleta lembrou os tempos de Alemanha e encheu Pep de elogios.
"Aprendi muito com ele. Foi um grande professor. Para ser honesto, acho que trabalhei com ele cedo demais na minha vida", disse.
"Ele é tão bom no que faz, e faz tudo em um nível tão alto, que eu tive que me adaptar muito rápido. Eu tinha 17, 18 e 19 anos quando trabalhei com ele. Se tivesse 23 anos, como agora, já teria terminado a categoria de base e não passaria tantas dificuldades no dia a dia ao lado dos melhores do mundo", admitiu.
Questionado se tinha alguma explicação para a recente fase ruim do Manchester City, que perdeu dois jogos seguidos e viu o Liverpool abrir vantagem na ponta do Inglês, Hojbjerg opinou que o nível de exigência desproporcional de Guardiola por vez pode tirá-lo dos trilhos da vitória.
"É a pessoa mais exigente que já conheci, não só como treinador, mas em tudo. Lembro que sentávamos no ônibus para ir embora depois de ganhar e, já na viagem, ele ia assistindo novamente a partida. Depois, quando chega no escritório, já está com dois celulares e uma TV analisando futebol", lembrou.
"Talvez seja isso que o faça ser o melhor técnico do mundo, mas talvez também seja isso que o faz perder. É além da conta, ele se agora. Mas não lhe julgo por isso. Ele continua sendo o melhor técnico que já tive", finalizou.
Na atual temporada, Hojbjerg soma 17 jogos e 2 gols marcados pelo Southampton.
