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São Paulo demite Aguirre: Raí e Leco apontam 'perda de vestiário', Lugano não é escutado

O empate por 1 a 1 fora de casa no clássico contra o Corinthians e a perda da 4ª posição para o Grêmio no Brasileirão custaram o emprego de Diego Aguirre. A demissão do treinador no último domingo aconteceu sob a justificativa de “perda de vestiário”.

O presidente Leco, o diretor de futebol Raí e o homem de confiança do mandatário, Alexandre Pássaro, eram os dirigentes presentes no momento de comunicar a decisão para o treinador uruguaio. O superintendente de relações institucionais do clube, Diego Lugano, não foi consultado.

A ESPN apurou que os dois principais atletas descontentes com Aguirre eram Nenê e Rodrigo Caio. Entretanto, o resto do vestiário não compactuava com o grupo que queria a saída do técnico, contrariando a justificativa dada pela presidência ao uruguaio.

Há dois meses, quando a fase do São Paulo era melhor, o clube procurou Diego Aguirre para negociar uma renovação de contrato, o que foi freado pelo próprio treinador, que sabia que muito ainda poderia acontecer.

Agora o time tricolor será comandado pelo interino André Jardine, que já terá o desafio de enfrentar o Grêmio, no Morumbi, nesta quinta-feira, pelo Campeonato Brasileiro.