Em abril deste ano, o departamento de inteligência do Real Madrid ficou preocupado. Entendendo que o os merengues precisavam de uma renovação, a comissão técnica do clube e a direção de futebol receberam duas listas.
Uma delas trazia os jogadores que, por diversas razões, como desgaste no clube, necessidades de reposição, pontos forte e fracos do elenco e, claro, potencial de mercado, podiam muito bem deixar o Real sem muito prejuízo.
A segunda, levando em conta o mesmo critério, mas adicionando à equação a oferta de reposição, trazia os jogadores que não poderiam deixar o elenco.
Na primeira lista, a dos negociáveis estavam Cristiano Ronaldo, Gareth Bale, Karim Benzema, Luka Modric, Isco e Lucas Vázquez, segundo o jornal espanhol El País, atribuindo a informação a fontes do Santiago Bernabéu.
Já na lista de inegociáveis, estavam Marco Asensio, Varane, Marcelo, Sergio Ramos, Dani Carvajal, Casemiro e Toni Kroos.
Com a conquista da Champions League, porém, tudo mudou. Tanto é que, da listagem, apenas CR7 acabou negociado - e muita mais por vontade dele do que do clube.
E, após a saída do astro, em vez de dispensar jogadores como Bale, Benzema e o melhor jogador do mundo segundo a Fifa, Luka Modric, o clube, na verdade ampliou o papel deles na agremiação.
O jornal, inclusive, afirma que o técnico Zinedine Zidane havia concordado com a lista, e que sua saída do clube teria forte relação com a decisão do mandatário Florentino Perez em recuar do movimento.
O Real Madrid, de fato, faz uma temporada irregular neste ano. Na quarta-feira (3), o time foi derrotado pelo CSKA em Moscou, por 1 a 0. Com três pontos, os espanhóis estão em segundo no seu grupo, com três pontos. Os líderes são os russos, com quatro.
