O meia Luka Modric hoje é considerado um dos grandes craques do mundo. É titular absoluto do Real Madrid, campeão das últimas três Champions League e ainda é o motor da Croácia finalista da Copa do Mundo 2018.
No entanto, quando ele estava começando sua carreira no Dinamo Zagreb, de seu país, muitos experts do futebol local apostavam que ele jamais se destacaria, já que achavam que seu 1,72 m era pouco para que ele se firmasse como atleta.
Tantos anos depois, ele foi questionado sobre o tema na última entrevista coletiva da Croácia antes da decisão do Mundial da Rússia, neste domingo, contra a França. E, finalmente, deu sua resposta aos "especialistas".
"Só posso dizer que nunca duvidei de mim mesmo, apesar da opinião dos outros. Sempre acreditei que poderia alcançar este nível que cheguei. E, graças a Deus, isso se realizou", afirmou.
"Essas palavras sempre serviram de motivação para mim. Não é preciso ser um gigante para jogar futebol. Sou feliz da maneira que sou. Tudo isso nunca foi problema para mim, só me motivou cada vez mais", acrescentou.
"Eu passei por muitas dificuldades na minha vida. O mais importante é nunca desistir, nunca se entregar, confiar em você mesmo e seguri em frente. No caminho, haverá muitos altos e baixos, mas você tem que confiar e acreditar em você mesmo. Tem que lutar para realizar seus sonhos e ter sucesso. Tudo isso me levou a este ponto na minha vida", completou.
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Modric, aliás, é apontado por muitos como o homem capaz de acabar com a dominação de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi no prêmio de melhor jogador do mundo da Fifa. Um triunfo na final da Copa irá provavelmente torná-lo o grande favorito.
No entanto, ele nem liga para isso.
"Estou focado apenas no sucesso da seleção croata. Quando você é mencionado nesse contexto (prêmio de melhor do mundo), é claro que sempre é muito bom, e me deixa feliz, mas não me preocupo com isso", garantiu.
"Quero que meu time ganhe. Quero ser campeão amanhã. As outras coisas estão além do meu controle. O que mais importa para mim é a seleção. Prêmios ou distinções individuais não são minha prioridade agora", finalizou.
