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Robinho era alvo do Santos apesar de condenação e portas abertas a Ganso: presidente abre jogo no Bola da Vez

Entra ano, sai ano, o Santos vive indefinições sobre retornos dos chamados "Meninos da Vila" e o que vira e mexe aparece no noticiário é Robinho.

No início de 2018, aliás, a equipe da Vila Belmiro teve uma conversa com o atacante, logo após seu contrato com o Atlético-MG expirar e ele ficar sem clube. Uma condenação em primeira instância por estupro na Itália, porém, fez os santistas ficarem com um pé atrás sobre sua contratação, e o camisa 7 acabou acertando com o Sivasspor-TUR.

Presidente do Santos, José Carlos Peres afirmou que seu retorno ao "Peixe" apenas não aconteceu por conta da proposta turca, que foi maior do que a dos paulistas.

"Obviamente, tivemos um cuidado. Na época, dei uma declaração de que a contratação do Robinho aconteceria se ele recorresse da decisão na Itália. Só isso. A gente queria que ele recorresse porque ninguém pode ser condenado por antecipação. No mundo inteiro é assim", comentou, em entrevista ao programa Bola da Vez, que pode ser assistido em sua íntegra no WatchESPN.

"Mesmo assim conversamos com o Robinho, e ele tinha uma proposta maior, que ele foi, e não deu para contratar. Mas ele era um alvo também. Tínhamos conversado bastante, mas só não deu certo por isso. Todos os 'Meninos da Vila' que saem e depois voltam pro Brasil têm porta aberta porque é uma identificação fantástica", completou.

Outra revelação da base santista que também costuma estar vinculado para uma volta à Vila Belmiro é Paulo Henrique Ganso. O meia, atualmente encostado no Sevilla, é mais um que Peres gostaria de rever atuando com a camisa do "Peixe". O mandatário, contudo, lembra que as cifras pedidas pelo clube espanhol são impossíveis de serem pagas no momento.

"Não teve (telefonema). Houve uma consulta, e o Sevilla não libera de forma alguma. A multa é uma coisa muito grande, de R$ 80 milhões, algo assim. Então, não adianta você ficar sonhando com o que não vai alcançar. É perder tempo e criar um factoide. A torcida do Santos merece respeito e (não pode) ficar com essa coisa com jogador que tem contrato a cumprir lá. Agora, se ele estiver livre, sair... tudo é possível", ambiciona.