PSG pagou R$ 215 milhões em rescisões a treinadores desde 2017, diz jornal; novo técnico já custou R$ 27 milhões

Equipe francesa anunciou a saída de Mauricio Pochettino e a contratação de Christophe Galtier, que estava no Nice


O Paris Saint-Germain anunciou nos últimos dias a saída de Mauricio Pochettino e a contratação de Christophe Galtier, que estava no Nice, para a vaga do argentino como treinador da equipe para a temporada 2022/23.

Na busca pelo tão sonhado título da Uefa Champions League, o PSG tem se tornado uma máquina de moer técnicos nos últimos anos, fator que tem obrigado o clube a desembolsar cifras altas por pagamentos de multas por demissões antes do fim dos contratos.

A saída de Pochettino, por exemplo, custou dez milhões de euros, cerca de R$ 55 milhões, ao Paris Saint-Germain. A conta fica ainda maior quando somados os valores pagos aos antigos treinadores demitidos por Nasser Al-Khelaifi, presidente do clube francês.

O primeiro deles foi Laurent Blanc, em 2017. Restando dois anos de contrato com o francês, o PSG, que havia renovado recentemente o vínculo com o técnico, optou por demití-lo e precisou desembolsar a bagatela de 22 milhões de euros, cerca de R$ 121 milhões.

Thomas Tüchel, em 2020, também foi mandado embora antes do prazo e embolsou uma cifra de 7 milhões de euros, cerca de R$ 38 milhões. O único que cumpriu o contrato até o final antes de ser despedido foi o espanhol Unai Emery.

Somados, os valores pelas demissões ultrapassam os R$ 215 milhões. Mas, não são apenas as saídas que têm gerado gasto ao PSG. A chegada de Galtier ao clube também não foi gratuita.

A imprensa francesa revelou que Nasser Al-Khelaifi precisou pagar 5 milhões de euros, cerca de R$ 27 milhões, ao Nice para poder contar com o novo profissional.

O contrato entre Galtier e Paris Saint-Germain tem duração estipulada até o final da temporada 2023/24.