Campeão da Copa do Mundo com a seleção brasileira em 2002, Lúcio falou sobre o sorteio que será realizado no Catar
Com a experiência de ter jogador em três Copa do Mundo e ter vencido a edição de 2002, Lúcio fez um alerta para a seleção brasileira que jogará o Mundial do Catar no final deste ano.
O ex-zagueiro acredita que é melhor para o Brasil não estar no "grupo da morte" no sorteio que será realizado nesta sexta-feira.
"Eu acho que pegar os mais difíceis nunca é bom logo no começo. A gente sabe que para ganhar uma Copa tem que enfrentar grandes seleções. Mas um início mais tranquilo é bom para adaptação, os primeiros jogos são os mais difíceis e os mais tensos. A gente espera que possa ser mais tranquilo para que a confiança seja adquirida ao longo da competição", disse o ex-defensor, durante o lançamento da bola da Copa do Mundo de 2022.
Apesar de ver o time de Tite como uma das maiores forças da atualidade, Lúcio apontou quais armadilhas possam atrapalhar no Mundial.
"Sem dúvida, a gente sabe que tem muitos meses pela frente, mas espero que o Brasil possa chegar bem para mais um título mundial. O Brasil sempre carrega um certo favoritismo, mas ainda tem que provar muito. Esperamos que esse favoritismo aconteça na Copa do Mundo. Já vimos muitos favoritos caírem cedo e não corresponderem".
"Todos os jogadores que vestem a camisa da seleção sabem o peso, o individual é importante, a gente vê isso na nossa seleção hoje, com grandes craques, mas é o coletivo que ganha títulos. A gente está na torcida para que eles se conscientizem. A gente vê alegria e espero que isso se reflita na Copa do Mundo".
