John Textor adquiriu 90% da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Botafogo e afirmou que o principal objetivo são as conquistas
Dono de 90% da SAF do Botafogo, John Textor já aportou R$ 150 milhões dos R$ 400 milhões prometidos no contrato. A nova realidade tornou o Glorioso ativo no mercado de transferências.
Para o norte-americano, durante entrevista ao CNN Soft Business, da emissora CNN, o investimento na equipe traduz a vontade de fazer o clube carioca vitorioso e preparado para conquistar títulos, apontado por ele como o grande objetivo.
"Tem que ser sobre ganhar, é sobre vencer campeonatos. Futebol não é diferente de outro negócio. Você tem que ganhar para tornar-se rentável. Ninguém ganha dinheiro perdendo. Não há nenhum modelo de negócio no mundo seja no entretenimento, seja na tecnologia, que falem: 'Vamos nos apresentar, vamos ser ruins todos os dias e vamos ganhar uma tonelada de dinheiro'. Não é assim que funciona. Vencer vem primeiro", começou por afirmar.
"O Botafogo é um grande clube, sei o que os torcedores querem. Se eu não quisesse ganhar campeonatos, eu teria comprado o Londrina", completou.
Além do Botafogo, John Textor também é coproprietário do Crystal Palace, da Premier League, e RWD Molenbeek, da Bélgica. Sobre o termo 'investidor', o empresário afirmou não gostar de como é empregado.
"Nunca me considerei um investidor, mas é uma palavra que sempre aparece. Eu gosto de me envolver em negócios, de construir negócios. Falo com frequência sobre as conexões entre comunidade e clube. Falo como o futebol é um dos esportes capazes de unir culturas e países. Só porque eu voltei a ganhar dinheiro significa que eu deveria voltar para o clube e jogar golfe? Não sou um investidor, não invisto em bolsa de valores, não coloco meu dinheiro calculando o quanto vou lucrar", finalizou.
