PSG já busca um substituto para o seu diretor esportivo, Leonardo, e tem o italiano Andrea Berta, do Atlético de Madrid, como favorito no momento
Após a queda de forma traumática para o Real Madrid nas oitavas de final da Champions League, o Paris Saint-Germain iniciou um processo de reformulação do seu estafe para a próxima temporada, e a saída de Leonardo, diretor esportivo, é iminente. E para substituir o brasileiro no cargo, o clube parisiense já tem algumas opções. E entre elas já existe um favorito.
Segundo informações do jornal inglês The Telegraph, o italiano Andrea Berta, diretor do Atlético de Madrid, que segue vivo na Liga das Campeões, é a bola da vez no Parque dos Príncipes. O dirigente está no clube espanhol desde 2013 e é um dos braços-direitos do CEO da equipe, Gil Marín.
Há quase uma década no Colchonero, Berta tem muito prestígio no cargo. Afinal de contas, ele é o principal responsável pela montagem do elenco do clube espanhol nas últimas temporadas. Por lá, ele inclusive ficou conhecido como 'gênio das finanças', por ter feito alguns dos negócios mais importantes da história do Atlético, e que trouxeram resultado em campo.
Desde que chegou, o clube espanhol conquistou títulos de peso, como a LaLiga da última temporada, além de uma Europa League (2017/18) e uma Supercopa da Uefa (2018).
Berta, entretanto, não é o único candidato ao cargo de Leonardo no PSG. Ainda segundo o Telegraph, Hugo Viana, que se destaca por seu trabalho no Sporting, de Portugal, e Michael Edwards, do Liverpool, também estão na mira da diretoria parisiense.
Enquanto Viana conseguiu ajudar o Sporting a sair da fila no Campeonato Português, além de estar presente na contratação do técnico Rúben Amorim, Edwards está desde 2016 no cargo de diretor esportivo dos Reds e anunciou que deixará a função no clube da Premier League ao final da temporada.
Leonardo, por sua vez, está na sua segunda passagem como diretor no PSG, esta que teve início em 2019. Responsável pelas contratações do clube francês, o brasileiro foi apontado como um dos principais culpados pelo novo fracasso na Champions League, principal objetivo do bilionário projeto comandado pelo presidente Nasser Al-Khelaïfi.
