A mini-série em documentário "Grand Prix Driver" promete ser polêmica, mostrando por dentro o pesadelo vivido pela McLaren em 2017. Um dos principais responsáveis pelo fracasso da equipe foi o mau funcionamento dos motores fornecidos pela Honda.
O piloto Fernando Alonso era um dos mais insatisfeitos com a situação, pois em momento algum conseguiu brigar pelas primeiras posições do campeonato.
Em seu terceiro ano de parceria com a marca japonesa, a equipe inglesa sofreu com problemas desdes os testes antes do início da temporada.
"A fábrica está ligeiramente fora de controle. Nunca vi nada tão ruim quanto isso", reconheceu Simon Roberts, gerente de operações da McLaren, durante o documentário.
O clímax ocorre no último episódio. A equipe leva o carro para o teste de Barcelona, mas ocorrem problemas de confiabilidade com o tanque de óleo e o motor de combustão interna nos dois primeiros dias. Por isso, Alonso mal conseguiu completar algumas voltas.
"Não podemos fazer um teste assim. Este é realmente um motor de merda, uma unidade de potência de merda (o som é censurado na gravação)".
Eric Boullier, diretor de corridas, descreve o teste como "fisicamente e mentalmente doloroso" e de volta à fábrica mostra sua preocupação porque Alonso se recusa a continuar na equipe. No fim, o espanhol permaneceu na Maclaren, que trocou a Honda pela Renault.
Já a montadora japonesa virou fornecedora da Toro Rosso.
