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LoL: Croc diz que Rensga deve pagamentos; equipe nega

Croc chegou à Rensga em maio deste ano, junto de Yuri Bruno Alvares

Na noite da última quarta-feira (15), Croc, que atuou pela Rensga ao longo do segundo split de 2021, revelou através de um comunicado em seu Twitter que a organização goiana pagou apenas “cerca de 60% a 70% do valor prometido” tanto para ele quanto para Yuri. Ainda segundo o jogador, a organização também foi protagonista de uma confusão envolvendo a volta de ambos os sul-coreanos para seu país no período de férias.

O caçador vice-campeão do CBLoL, que chegou para reforçar a organização em maio deste ano, pediu para que “sejam legais” com os jogadores estrangeiros (imports). Sem revelar mais detalhes sobre os pagamentos incompletos, Croc revelou ter perdido, junto de Yuri, seu voo de volta para a Coreia do Sul e que, para conseguir voltar para casa, teriam que pagar as passagens.

Ainda segundo o comunicado, com passagens no valor de R$ 5,2 mil ou R$ 2 mil para o segundo voo mais rápido, caso eles optem por não pagar a quantia pelas passagens deverão esperar mais um mês inteiro no Brasil, enquanto que o resto da equipe irá para casa a partir da próxima segunda (20).

“Além disso, hoje eu e o Yuri fizemos um teste PCR com nosso próprio dinheiro e seguimos o cronograma fornecido pela organização - mas perdemos o voo. Com isso, a Rensga nos disse que, para pegar o voo mais rápido para a Coréia, agora devemos pagar 5,2 mil reais cada, ou 2 mil reais se quisermos pegar o segundo voo mais rápido. Disseram-nos também que, se não quisermos pagar, teremos que ficar no Brasil e esperar um mês inteiro - no entanto, na segunda-feira da próxima semana, todos os nossos companheiros estarão voltando para casa. Portanto, só eu e o Yuri estaríamos na gaming house de Goiânia e isso me deixa muito triste”, diz o caçador sul-coreano.

Minutos após a publicação do jogador sul-coreano, a Rensga se posicionou a respeito da polêmica e rebateu os comentários feitos por Croc. Confira na íntegra:

”A Rensga BitPreço esclarece que as informações divulgadas pelo jogador sul-coreano Jong Hoon Park “Croc” em seu perfil do Twitter não condizem com a realidade.

Os dois jogadores receberam da organização os bilhetes para retornarem à Coreia nesta quarta-feira (15) e não conseguiram embarcar. Mesmo tendo chegado ao aeroporto dentro de um horário permitido pela companhia aérea, os dois sul-coreanos – e mais 15 passageiros – não procederam ao voo.

Neste momento, o jogador “Croc” exaltou-se e precisou, inclusive, ser contido. Em seguida, expôs situações inverídicas em seu perfil do Twitter.

A Rensga BitPreço, portanto, tem total segurança em afirmar que todas as cláusulas contratuais – inclusive os débitos financeiros – foram cumpridas com os jogadores. A organização não se eximirá de apoiar os dois estrangeiros até que consigam retornar ao seu país de origem”.

Outros jogadores sul-coreanos que passaram pela região brasileira nos últimos anos também tiveram problemas com suas respectivas organizações, como é o caso de BalKhan e Patrick, jogadores que atuaram pela Redemption Esports.