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Wild Rift: Diretora fala sobre ansiedade pré-lançamento e aprendizado com LoL mobile

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Priscila Queiroz relembra momentos antes do lançamento do Wild Rift (5:52)

A Head de publishing comenta também sobre a preparação da desenvolvedora para o lançamento (5:52)

Faz pouco tempo que League of Legends: Wild Rift chegou às plataformas mobile e está arrebatando os corações dos LoLzeiros por todos os cantos do Brasil e do mundo e o ESPN Esports Brasil trouxe Priscila Queiroz, Head de Publishing da Riot Games, para conversar sobre as experiencias que a empresa vem adquirindo após o lançamento do game.

Mas antes de falar do game propriamente dito, é importante que você sabia que WR está entre os principais games gratuitos para jogar, seja no Play Store do Google, seja na App Store da Apple. Além disso, Wild Rift já contou com alguns torneios nacionais e internacionais, sem contar de milhões de vídeos espalhados nas redes sociais. E você pode ler a polêmica análise do ESPN Esports Brasil que aponta que, sob diversos aspectos, Wirld Rift é melhor que o League of Legends de PC.

Mas voltando ao objeto dessa entrevista, Priscila contou que antes do jogo chegar às lojas virtuais, a equipe que cuidava do lançamento estava ansiosa para a chegada do game ao público antes mesmo do anúncio de Wild Rift no aniversário de 10 anos de League of Legends.

“Quando a gente anunciou o Wild Rift, ele já era o jogo mais pedido pela comunidade”, conta a diretora. “Acho que não passa um dia sem alguém pedir para o jogo sair logo em algum canal nosso desde que a gente fez o anúncio”.

Ela conta que, mesmo com os atrasos que aconteceram, a comunidade não deixou a peteca cair. “No ano passado, a gente precisou fazer o adiamento do lançamento e era algo que, obviamente, a gente não queria ter feito. A gente queria ter lançado e colocar logo o jogo na mão de todo mundo. Mas deu tudo certo, Wild Rift está aqui, está sendo um sucesso e a recepção está superpositiva. Agora a gente precisa estar junto da comunidade e fazer o jogo decolar”.

Além de falar sobre a as expectativas, Queiroz conta que a Riot ainda está buscando aprender qual é o Ritmo certo para que o lançamento de novos personagens e novidades em Wild Rift. “Acho que ainda temos um aprendizado ainda para a gente entender como é a curva de Wild Rift comparado com outros jogos. Eu não conseguiria afirmar que a gente sabe qual é o ritmo para lançamento de conteúdo porque o jogo nem tem um ano de lançado e as próprias regiões [que receberam o jogo antes de abril] têm suas diferenças”.

Porém, Priscila tem certeza de que a Riot tem “como principal direcionamento, manter o jogo atualizado, fresco, sempre sendo uma experiencia nova e sempre trazendo algo diferente porque foi isso que fez League ser esse sucesso de 10 anos e é o modelo que a gente quer para os nossos outros jogos”.

A entrevista aborda os futuros jogos da Riot Games, que têm trazido uma grande mudança na mentalidade da empresa. Desde o lançamento de League of Legends até o momento atual no qual a empresa conta com dois jogos mobile (TFT e Wild Rift) e três jogos no PC (LoL, Legends of Runeterra e Valorant) e ainda temos outros games chegando no futuro, como o game de Luta, A Lenda do Rei Destruído e o anúncio mais recente: o MMORPG.

Para Priscila, “Este tem sido um momento muito empolgante”. Ela conta que ao sair do campo das ideias e chegar neste momento, onde a empresa está fervilhando com novidades é um momento muito diferente.

Porém, voltando ao assunto de Wild Rift, eu tentei tirar da Priscila ao menos uma janela de lançamento do jogo para os consoles, mas a diretora foi conservadora e respondeu o seguinte: “O que eu posso dizer é que a gente também quer jogar Wild Rift nos consoles. E eu acho que esse é o lado que às vezes bate em mim que é muito gratificante em trabalhar com jogos que é: a experiencia que a gente quer oferecer aos jogadores é aquela que a gente quer ter também. Então, a gente também quer jogar no console, mas ainda não temos uma janela e ainda não confirmar esse intervalo”.

“O que eu posso dizer é: por que a gente quer jogar também, vai ser o mais rápido que a gente conseguir”, finaliza a diretora.