Não são raras as ocasiões que a comunidade presencia profissionais dos esportes eletrônicos passando por problemas na obtenção de vistos. E é com este imbróglio para resolver que Team Liquid inicia 2020, revelou um dos donos da organização norte-americana, LiQuiD112, nessa quarta-feira (1º).
De acordo com o executivo, o processo envolvendo os vistos do treinador coreano Cain e dos caçadores dinamarquês Broxah e australiano Shernfire está atrasado, o que vem afetando os treinos preparatórios do Liquid para a primeira etapa 2020 da liga profissional norte-american (LCS).
LiQuiD112 falou ainda sobre a possibilidade do trio não estar presente nas estreias do Liquid tanto na LCS, como também na liga de desenvolvimento (LCS Academy) e que, por conta disso, a organização está avaliando opções emergenciais, caso haja necessidade.
Do trio, apenas Cain já fazia parte do Liquid. O coreano faz parte da comissão técnica da organização desde março de 2017. Em novembro passado, o contrato do treinador expirou, mas no início deste mês o nome do coreano voltou a constar no banco de contrato disponibilizado pela Riot Games como técnico do time.
Já Broxah e Shernfire são duas novidades do Liquid para a temporada que está se iniciando. O dinamarquês que vinha defendendo o fnatic foi contratado no final do ano passado para ocupar a vaga deixada por Xmithie, que foi para Immortals. Já o australiano foi a escolha do clube para defender o “time B”, Liquid Academy, que é comandado pelo brasileiro Yaltz.
A primeira etapa deste ano da LCS está marcada para começar no dia 25 de janeiro e o Liquid é o atual tetracampeão da competição.
