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Para Sharin, campanha da LOUD na Pro League mostra que 'não somos um time de mídia'

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PlayHard fala sobre preparação da Loud para o Brasileirão de Free Fire. (1:47)

CEO da Loud também fala sobre a equipe ir para outras modalidades do esport (1:47)

Assim como na última edição do torneio, a LOUD é uma das 12 equipes finalistas da terceira temporada da Pro League de Free Fire.

No campeonato anterior, o time terminou em oitavo lugar e a principal lição aprendida na segu, conforme aponta em entrevista ao ESPN Esports Brasil, é “que o dispositivo no qual jogamos faz uma total diferença na hora do presencial”. Por conta disso, de acordo com o jogador, “todos os integrantes da equipe estão jogando com o mesmo modelo do dispositivo da final”.

Anteriormente adversário da LOUD, Sharin foi contratado para dar ainda mais força a equipe na luta pelo título da Pro League. Na opinião jogador, a presença do time entre os finalistas das duas temporadas só mostra que a equipe “tem jogadores de alto nível”. “A segunda temporada foi a primeira vez que a LOUD mostrou onde poderia chegar e, com este aprendizado, acumularam também um preparo psicológico para esta nova etapa”, completa.

A LOUD fechou a Fase de Grupos da terceira temporada com a segunda melhor campanha do Grupo B, atrás somente do Corinthians. De acordo com Sharin, a equipe oscilou um pouco na primeira parte da Pro League até ter conseguido encontrar “nosso estilo de jogo, que busca surpreender e conseguir melhores colocações dentro das partidas. Testamos na prática e acabamos cometendo pequenos erros que foram analisados nas reuniões e trabalhados para não se repetirem”.

Vini deixa claro que a equipe não ficou parada no intervalo entre a última rodada da Fase de Grupos e as finais da Pro League. Todo o tempo foi utilizado na preparação de como o time jogará nas quedas que vão definir o campeão brasileiro . “Já mudamos nosso modo de jogar. Mas cada jogo, é jogador. Estamos com bastante experiência, tanto de rush, quanto de safe. Tenho certeza de que nesta final, nos daremos muito bem”, aponta.

TIME DE MÍDIA? PARA JOGADORES, NÃO

Por ter como patrono um dos maiores influenciadores digitais do Brasil, Bruno PlayHard, a LOUD é uma das equipes queridinhas do Free Fire. Mas tal fama trouxe, como ônus, o rótulo de “time de mídia, o qual não abala os integrantes, como afirmam Vini e Sharin ao ESPN Esports Brasil.

"Esse rótulo, na verdade, nos dá mais força para provarmos que a LOUD não apenas fala, mas faz", diz Vini de forma categórica. Ainda de acordo com o jogador, "todos os elogios e críticas que recebemos nos faz crescer ainda mais, pois aprendemos com elas e não procuramos culpados pelos nossos erros".

Para Sharin, a campanha feita pela LOUD nessa temporada da Pro League mostra "que não somo um time de mídia". O jogador afirma ainda não acredita que o rótulo coloca uma pressão extra nos jogadores durante as pertidas já que todos treinaram muito "para estar entre os times grandes, conquistando nosso resultado entre eles".

Além da LOUD, outras 11 equipes se classificaram para as finais da terceira temporada da Pro League de Free Fire. Vini acredita que, entre os finalistas, "não existe nenhuma equipe fraca ou desconhecida, mas existem os que estão treinando com o mesmo dispositivo da final, como INTZ, Red Canids e paiN, e os times que nunca passaram pela pressão de jogar ao vivo".

Assim como já dito por especialistas, a fase final da Pro League é um "novo campeonato", na opinião de Sharin. "A final é muito diferente de tudo: o ambiente de jogo, a energia e a forma de jogar. Tudo muda, todos os times estão muito fortes desta vez. Acompanhei muitos treinos e o preparo de todos para esse momento está sendo muito bem organizado. A maioria são jogadores e times já conhecidos no cenário, o que torna a competição ainda mais acirrada".

Nessa temporada da Pro League, além da premiação, está em jogo também a vaga destinada ao Brasil no Free Fire Worlds Series, o Mundial da modalidade. Para ambos os jogadores da LOUD, brigar pela possibilidade de representar o País num torneio internacional dá um incentivo a mais a todos os finalistas.

"O incentivo aumenta muito. Temos a oportunidade de mostrar para o brasil e para todo mundo o nosso nível de jogo, mostra o quanto estamos preparados para isso", afirma Sharin, que diz acreditar ainda que os times brasileiros são uns dos mais fortes na modalidade.

Vini também acredita que o Brasil "é um forte candidato a ser campeão [do Mundial] porque o Mundial será na nossa casa e teremos o prazer de mostrar ao vivo o nosso jogo".