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CS:GO | Jogadores gastam milhões com microtransações em março e batem recorde de abertura de caixas no game

Março de 2023 bateu o recorde como o mês mais lucrativo com transações em Counter-Strike: Global Offensive.


Na expectativa da chegada de Counter-Strike 2, os jogadores de Counter-Strike: Global Offensive resolveram “tirar o escorpião do bolso” e gastaram em microtransações como nunca na história do game.

Segundo números do site CS:GO Case Tracker, entre 01 de março e 01 de abril, os jogadores gastaram US$ 100 milhões com loot boxes, que no FPS assumem a forma da abertura de caixas (cases) com itens cosméticos. O valor é um recorde para a história do game, que começou em 2012, fazendo de março de 2023 o mês em que mais foi gasto com a abertura de caixas.

No período recordista, foram abertas 39.5 milhões de caixas, contra 27.7 milhões de fevereiro, por exemplo. Nessa “onda” de gastança, os jogadores gastaram de 1 a 60 dólares, além de um custo extra de US$ 2,50 para a compra chaves virtuais para cada abertura feita.

LOOT BOXES EM COUNTER-STRIKE

As microtransações feitas em Counter-Strike: Global Offensive são feita com dinheiro real: ao comprar uma caixa dentro do game, o jogador recebe uma recompensa que varia de acordo com a probabilidade definida pela Valve quanto a raridade do item (de comuns a raros). As recompensas das caixas são compostas por itens cosméticos que personalizam as armas do games, as famosas skins.

Essa aleatoriedade atribuída aos loot boxes quanto às recompensas faz com que governos de países como Bélgica, Holanda e outras nações (ainda como projetos) tratem a modalidade como um jogo de azar.

A veia financeira dos loot boxes vai além da abertura das caixas em CS:GO, já que há um movimentado mercado de skins.