Em agosto do mês passado, Cris Cyborg e o UFC romperam o contrato e nesta terça-feira, a ex-campeã peso pena do Ultimate assinou com o Bellator, onde se juntará a seu ex-promotor do Strikeforce, atual presidente do Bellator, Scott Coker.
"Eu trabalhei com vários atletas ao longo dos anos, mas nenhum é como Cyborg", disse Coker. "A habilidade que ela tem de deixar o público de pé a partir do momento que aparece na arena é especial. Estou ansioso para trabalhar com ela novamente".
Quando Cyborg assinou com o UFC, em 2016, não havia uma categoria para ela no Ultimate. De suas oponentes, apenas duas eram relevantes para o mundo do MMA: Holly Holm e Amanda Nunes. E nenhuma delas era, originalmente, do mesmo peso que a brasileira. Por conta disso, Cyborg acabou lutando apenas duas vezes por ano, afinal, não havia muita competição.
Sobre esse assunto, o atual presidente do Bellator é bem claro: "Cyborg é a lutadora mais dominante da história do esporte e vai encaixar perfeitamente no Bellator, onde as mulheres da divisão peso pena, que são as melhores do mundo, estão esperando ansiosamente por sua chegada".
A última luta de Cris Cyborg (21-2, 1 NC) foi a vitória contra Felicia Spencer. Após a decisão unânime, Cyborg confrontou Dana White nos bastidores do UFC 240 e postou um vídeo em seu canal oficial do YouTube, mas ela apagou na sequência e veio a público pedir desculpas por manipular o conteúdo, dando a entender que Dana White havia dito algo que ele não dissera.
Não foi revelado, ainda, qual será a primeira luta de Cyborg pelo Bellator, mas é inevitável pensar que sua estreia seja contra Julia Budd (13-2), canadense de 36 anos que é a atual campeã peso pena do Bellator.
