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Ex-jogadora da Juventus afirma ter deixado o clube por não poder expressar opiniões sobre caso CR7

Após o caso de Cristiano Ronaldo ter sido arquivado pelas autoridades por falta de provas, algumas pessoas ainda têm tomado frente a situação de forma inconformada. Segundo o jornal Mundo Deportivo, algumas jogadoras da Juventus tinham sido proibidas a falar sobre o assunto, tanto entre elas quanto para a imprensa.

Foi o que disse a ex-jogadora da equipe italiana Petronella Ekroth. A sueca voltou ao seu país recentemente para jogar no Djurgarden Fotboll, mas ela dividiu os momentos que viveu dentro da Juventus quando a notícia sobre abuso sexual de Cristiano Ronaldo havia estourado.

“Nós não podíamos falar sobre isso. Eles nos disseram para nunca mencionar isso. Tivemos que manter um perfil baixo e ignorar qualquer pergunta que nos fizessem sobre isso ”, disse a jogadora de 29 anos ao jornal sueco Expressen.

Ela também disse que foi por este tipo de censura que optou por deixar a Juve e voltar ao seu país natal para defender seu ex-clube.

“Me senti presa, como se as minhas opiniões não existissem. Você está na Juventus e de alguma forma você tem que defender o que eles acham certo ou errado ”, diz a jogadora.