De acordo com a TMZ Sports, Cristiano Ronaldo não enfrentará mais acusações de estupro nos Estados Unidos, de 2009.
Kathryn Mayorga acusou o jogador da Juventus pela primeira vez há 10 anos atrás, mas acertou acordo com o craque por 375 mil doláres (R$ 1,4 milhão na cotação atual) na época.
No ano passado, o caso foi reaberto a pedido da mulher. Segundo ela o movimento da #MeToo (Eu também) incentivou ela a tomar a ação.
Em janeiro, a polícia de Las Vegas continou a investigação e pediu que o astro oferecesse uma amostra de DNA.
Para os advogados do craque, "a presença de DNA em qualquer evidência não seria novidade já que ele afirmou que o sexo foi consensual do início ao fim do episódio", como disseram em entrevista à BBC Sports.
A investigação durante o ano não trouxe nenhuma outra evidência que pudesse encriminar Cristiano Ronaldo, que seguirá em liberdade.
Segundo a polícia: "As alegações de estupro não podem ser provadas sem dúvida alguma. Assim, nenhuma punição tomará lugar".
