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Trump não vai, mas envia comitiva para acompanhar EUA na final da Copa do Mundo

Após muitas polêmicas envolvendo Donald Trump e a seleção norte-americana de futebol, o presidente divulgou uma comitiva composta por 7 mulheres que acompanharão a final da Copa do Mundo feminina em Lyon, no próximo domingo (7).

De acordo com a lista, divulgada pelo site oficial da Casa Branca, Trump não estará presente. Karen Dunn Kelley, Subsecretária de Comércio, será a líder da comitiva.

Também estarão presentes Jamie D. McCourt, Embaixadora dos Estados Unidos na República Francesa e no Principado de Mônaco;

Josephine K. Olsen, Diretora do Corpo da Paz; Seema Verma, Administradora dos Centros de Serviços Medicare e Medicaid, Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos;

Marie Royce, Secretária de Estado Adjunta para Assuntos Educacionais e Culturais, Departamento de Estado dos Estados Unidos;

Shauna Rohbock, Guarda Nacional do Exército dos Estados Unidos, membro do Conselho Presidencial de Esportes, Fitness e Nutrição e ex-jogadora de futebol profissional;

Kelly Loeffler, diretora executiva da Bakkt e coproprietária do Atlanta Dream.

A POLÊMICA ‘RAPINOE X TRUMP’

Tudo começou quando Megan Rapinoe, jogadora norte-americana e um dos destaques desta Copa do Mundo, se recusou a cantar o hino nacional americano e colocar a mão no peito antes das partidas.

Donald Trump disse que discordava da atitude de Rapinoe, que veio a público em seguida dizer que, caso os Estados Unidos fossem campeões mundiais, a seleção não iria à Casa Branca.

O presidente, por sua vez, escreveu em seu Twitter que “Megan e o time deveriam vencer primeiro para depois irem à Casa Branca”. Na partida seguinte, Megan anotou dois gols para levar a seleção para a semifinal da Copa do Mundo e, embora tenha ficado no banco na última partida, os Estados Unidos eliminaram a Inglaterra e estão garantidas na final.

Sue Bird, namorada de Megan Rapinoe e estrela do Seattle Storm na WNBA, publicou um texto dizendo que apoia os protestos da namorada e afirmando que campeãs da WNBA também não vão à Casa Branca.