Após sofrer banimento de competições europeias pelos próximos dois anos, o Manchester City ainda pode enfrentar problema com a Uefa. O jornal The Guardian publicou nesta terça-feira (18) que o clube inglês corre o risco de nova investigação por infração nos patrocínios.
Segundo a publicação, a entidade que comanda o futebol europeu estuda detalhes dos patrocínios do clube desde 2016. A primeira punição corresponde apenas ao período entre 2012 e 2016.
A partir de documentos obtidos pela Uefa apontou-se divergências em relação aos valores que são financiados pelo proprietário Sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, da família que governa Abu Dhabi. A investigação indica que apenas 8 milhões de libras dos 67,5 milhões de libras do patrocínio anual da camisa, estádio e as divisões de base foram pagos diretamente pela empresa.
Essa divergência na origem da receita levou à punição ao Manchester City.
Além da ausência nas próximas duas edições da Champions League, o City ainda pode ter que lidar com outros problemas. Na última segunda-feira (17), o jornal Daily Telegraph apontou que os jogadores teriam uma brecha legal para se desvincular do clube de graça.
O principal argumento seria a impossibilidade de os atletas cobrarem bônus por uma possível conquista da competição europeia.
Em meio à turbulência, o técnico Pep Guardiola convocou uma reunião com os jogadores e decidiu "blindar" o time, proibindo entrevistas, participação em eventos ou festas nas próximas duas semanas.
