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Djokovic afasta aposentadoria e diz que ainda pode competir com Alcaraz e Sinner: 'Sou o nº 4 do mundo'

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Novak Djokovic afirmou neste sábado (17), em entrevista coletiva no Melbourne Park, antes do início do Australian Open 2026, que ainda sente “a adrenalina” no tênis e que isso o mantém competitivo aos 38 anos.

Às vésperas de disputar seu 21º Aberto da Austrália, o sérvio garantiu que a aposentadoria está longe dos seus planos. “Ainda estou vivendo meu sonho”, disse.

Dez vezes campeão em Melbourne, Djokovic chega ao primeiro Grand Slam do ano como um dos favoritos, atrás apenas de Jannik Sinner e Carlos Alcaraz.

Mesmo reduzindo o número de torneios nos últimos anos, o sérvio afirma que continua no topo. “Ainda posso competir com os melhores”, declarou.

Djokovic explicou que a energia do público e o clima das partidas seguem irresistíveis: “A adrenalina é quase como uma droga. É tão viciante a sensação de competir".

'Ainda sou o número 4 do mundo'

Djokovic também comentou que é constantemente questionado sobre seguir o caminho de Roger Federer e Rafael Nadal, já aposentados.

Na visão do sérvio, não há razão para antecipar esse assunto enquanto estiver entre os principais do ranking.

“Ainda sou o número quatro do mundo”, lembrou. “Quando chegar a hora certa, vou avisar. Por agora, estou aqui para competir”, emendou.