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Por que Bia Haddad Maia terá que torcer para algoz em Roland Garros na busca por novo feito histórico

Beatriz Haddad Maia fez história em Roland Garros. Mesmo eliminada na semifinal para Iga Swiatek por 2 sets a 0, a brasileira ainda pode comemorar os resultados da campanha dentro do Aberto da França.

Mas para isso precisará torcer justamente para seu ‘algoz’ no torneio.

A paulistana iniciou da competição no saibro francês na 14ª colocação no ranking da WTA, e ocupa momentaneamente a 10ª posição com a chegada às semifinais.

Para estar pela vez no top-10 na próxima atualização, Bia terá que torcer pela vitória da polonesa contra Karolína Muchová no próximo sábado (10).

Com a ida à semifinal, a brasileira irá a 2.910 pontos, assumindo, ao menos provisoriamente, a 10ª colocação da lista, algo inédito para o tênis feminino brasileiro.

A única possibilidade de Bia não manter o posto que seria o melhor de sua carreira – até hoje esse é o 12º lugar – seria a tcheca ser campeã de Roland Garros, o que a levaria a 2995 pontos, à frente da brasileira.

Karolína Muchová, que despachou Aryna Sabalenka na semifinal, iniciou o Aberto da França na 43ª posição da WTA, e encerrará o torneio pelo menos na 16ª colocação. Se for campeã, assumirá o 10º posto no ranking.

Mas a disputa na Philippe-Chatrier não interessa apenas a Bia Haddad.

Uma eventual queda na semifinal em Roland Garros custaria o lugar a Iga Swiatek, que chegou a perder o posto para Aryna Sabalenka, mesmo com a eliminação da bielorrussa antes da grande decisão.

Com Sabalenka chegando a 8012 pontos no saibro francês, a liderança do ranking seguirá com Swiatek, que na pior das hipóteses manterá o 1° lugar com seus 8240 pontos.

Iga Swiatek e Karolína Muchová se enfrentam no próximo sábado (10) pelo título do torneio de simples feminino em Roland Garros. A partida terá transmissão ao vivo pela ESPN no Star.

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