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Olimpíadas: Brasil briga por melhor posição da história no quadro de medalhas e tem até chance de top-10

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De Ítalo Ferreira ao futebol masculino: os ouros do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio (1:06)

Brasil ficou com sete ouros no Japão e igualou sua melhor marca da história (1:06)

O Brasil já quebrou seu recorde de medalhas e também já igualou seu recorde de ouros em Olimpíadas. Mas ainda há um dia de disputas em Tóquio e o país ainda pode muito mais. Primeiro, a missão será quebrar de vez a melhor marca de douradas. Depois, garantir também a melhor posição da história no quadro de medalhas.

A melhor marca até hoje também é do Rio de Janeiro, em 2016, quando o time brasileiro terminou com o 13º lugar no ranking. Hoje, o país já está no 12º lugar do ranking (considerando o número de ouros como primeiro critério) e tem chances enormes de ganhar ainda mais uma posição.

Há até uma possibilidade de entrar no top-10 dos Jogos. Mas ela é remotíssima! O Brasil teria que torcer contra a França e ainda ganhar os três ouros que ainda tem chances - e a disputa de um deles é praticamente impossível, na maratona masculina contra os principais atletas do Quênia.

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O Brasil chega ao último dia com 7 ouros, 4 pratas, 8 bronzes e já com mais duas medalhas garantidas, uma vez que está em uma final do boxe com Beatriz Ferreira e em outra com o time feminino de vôlei.

A missão de terminar em 11º no ranking é até "simples". Basta torcer contra a Nova Zelândia e se manter na frente do Canadá.

Os neozelandeses estão na frente no momento (7 ouros - 6 pratas - 7 bronzes), mas serão ultrapassados quando o Brasil confirmar as duas medalhas que já tem garantidas. O país da Oceania, porém, ainda tem dois representantes da maratona e uma no ciclismo no último dia, mas nenhum entra como favorito a pódio.

Já o Canadá chega com um ouro a menos, mas com vantagem no desempate (6 ouros - 6 pratas e 11 bronzes). São dois canadenses na maratona e mais duas no ciclismo. A maior chance de medalha dourada é com a bicicleta de Kelsey Mitchell, que já está na semifinal da velocidade feminina. Mas ela também não é favorita ao ouro.

Para entrar no top-10, o Brasil teria que desbancar a França. Mas a missão ficou praticamente impossível depois dos ouros franceses no handebol e no vôlei masculino. As vitórias levaram o país europeu para 9 medalhas douradas e ainda com vantagem nas pratas.

Assim, o Brasil teria que ganhar os três ouros que ainda tem chances (maratona, boxe e vôlei) e ainda torcer para a rival não levar mais nenhuma medalha dourada - e a França ainda disputa medalhas no ciclismo, na própria maratona e no handebol feminino, onde faz final contra o Comitê Olímpico Russo.