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Brasil toma virada incrível no tênis de mesa feminino, mas faz Pan de Lima ser o melhor da história

É oficial: os Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, são os melhores da história do Brasil na competição.

O problema é que o recorde veio com uma medalha de prata bem amarga. A equipe feminina de tênis de mesa formada por Bruna Takahashi, Caroline Kuhamara e Jéssica Yamada esteve com a medalha de ouro nas mãos, mas acabou tomando uma virada inacreditável na grande decisão contra Porto Rico.

Mesmo assim, Brasil alcançou a marca de 158 medalhas, sendo 52 de ouro, 40 de prata e 66 de bronze.

Até hoje, a melhor campanha de todos os tempos era a de 2007, no Rio de Janeiro, com 157 medalhas - foram os mesmos 52 ouros, as mesmas 40 pratas, mas um bronze a menos.

O desempenho praticamente já garantiu o segundo lugar ao Brasil no quadro geral de medalhas - a vantagem atual é de 16 ouros para o México e 19 para o Canadá. O país não ficava tão bem colocado desde 1963, quando também foi segundo colocado no Pan de Buenos Aires.

Virada inacreditável

O Brasil chegou a sentir o goto da medalha de ouro inédita no tênis de mesa feminino. Depois de surpreender os Estados Unidos na semifinal, a equipe brasileira ficou perto do título quando Bruna Takahashi venceu Adriana Diaz, a medalhista de ouro no individual.

Só que a mesma Bruna acabou perdendo a chance de fechar o triunfo. Ela chegou a abrir 2 sets a 0 e ter quatro match points, mas tomou a virada de Melanie Diaz e foi derrotada na partida decisiva por 3 a 2.

Bruna era o grande destaque da campanha, com sete vitórias em sete jogos que havia feito por equipes.

Com apenas 19 anos, ela deixa Lima com quatro medalhas: duas pratas (equipes e duplas mistas) e dois bronzes (individual e duplas femininas).

E o Brasil fecha o Pan com medalhas em todas as sete categorias: dois ouros, duas pratas e três bronzes.