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Miguel Hidalgo supera 'início ruim' no Rio Sena e termina triatlo nas Olimpíadas com melhor colocação brasileira

Miguel Hidalgo participou do triatlo masculino nas Olimpíadas de 2024 e conseguiu resultado histórico para o Brasil. Miriam Jeske/COB

Depois das mulheres "inaugurarem" Rio Sena para a disputa do triatlo nas Olimpíadas de Paris, chegou a vez dos homens também mergulharem nas águas mais famosas da capital francesa, que viraram o centro da maior polêmicas dos Jogos. E, apesar de não ter vindo a medalha, o resultado foi histórico para Miguel Hidalgo e o Brasil.

O representante do país terminou a prova na décima colocação, com o tempo de 1:44:27, sendo esse o melhor desempenho brasileiro na história dos Jogos Olímpicos. Ele saiu do Rio Sena em 23º, mas se recuperou no ciclismo e "deu a vida" no ciclimso e na corrida, acabando as duas parciais próximo do 10º lugar.

Seu compatriota, Manoel Messias, concluiu em 45º, com 1:51:00, fazendo uma prova bem regular nas três etapas.

O grande campeão da prova foi Alex Yee, da Grã-Bretanha, com a marca de 1:43:33. Ele ultrapassou o segundo colocado Hayden Wilde (1:43:39), da Nova Zelândia, nos metros finais, para conquistar o ouro. Leo Bergere, da França, completou o pódio, com 1:43:43.

A disputa do masculino estava prevista para ontem, terça-feira (30), mas foi adiada para hoje porque o Rio Sena falhou no teste em que media a qualidade da água. De acordo com medição, a quantidade de bactérias do tipo Escherichia Coli e Enterococcus estava acima do permitido para nado.

Nesta madrugada, no entanto, a Federação Internacional de Triatlo (World Triathlon) liberou a prova, e as mulheres foram as primeiras a competir, dentro da data e horário previsto da prova delas. No entanto, a natação do Rio Sena foi criticada pela brasileira Djenyfer Arnold, que terminou em 20º lugar.