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UFC 237: Anderson Silva explica como escolheu música de sua carreira e admite: 'Ainda sinto frio na barriga ao ouvi-la'

Quem gosta de MMA não consegue ouvir a música Ain’t no Sunshine, do rapper DMX, sem pensar automaticamente em Anderson Silva. Esse é o som tradicional que um dos melhores lutadores de todos os tempos praticamente sempre usou para entrar nos octógonos. Mas, afinal, como ele escolheu essa música?

“Foi um amigo meu que por muito tempo ficou como meu manager na Inglaterra, o Alex de Souza. Ele falou ‘cara, acho que é a música para você entrar em dia de lutas, tem tudo a ver com você’. Eu ouvi, gostei e foi isso mesmo. De lá para cá, sempre foi essa música. É muito bacana, mexe com meu interior quando eu estou subindo para lutar”, explicou o lutador com exclusividade ao ESPN.com.br.

A música é tão emblemática que Anderson diz que o próprio Dana White, presidente do UFC, não o deixava trocá-la. A permissão veio só para uma luta, contra Derek Brunson, quando Spider usou ‘Doom’, um som composto pelo filho Khalil.

“Foi um momento feliz, poder entrar com um som do Khalil. Ele adora cantar, adora fazer rap. Foi um momento muito incrível poder entrar com uma música dele, que ele fez para aquele momento. São coisas que ficam marcadas e que a gente leva para o resto da vida”, disse.

No combate contra Israel Adesanya, porém, voltou a usar Ain’t no Sunshine. E ele admite: mesmo agora, com 44 anos e muito experiência, ainda sente algo diferente ao ouvi-la.

“Ainda sinto frio na barriga, as emoções de poder estar ali. E sempre a gratidão a Deus de pode estar fazendo o que eu amo, o que eu gosto, depois de tudo que já passei, as coisas boas e ruins. Continuar fazendo o que eu faço com amor e carinho é sensacional”, diz.

Anderson vai ouvir sua música mais uma vez neste final de semana, quando enfrenta Jared Cannonier, no UFC 237, no Rio de Janeiro. O evento terá acompanhamento IN LOCO durante toda a semana e será contado em TEMPO REAL no ESPN.com.br/mma.

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